Quarta-feira, 18 de Outubro de 2017
Socratis sinistrus...

20171018 Polvo Socratis.png 

O Socratis sinistrus é um cafalópode aparentado com o polvo (Octopus vulgaris).

Tal como o polvo, o Socratis sinistrus tem um corpo mole, sem coluna vertebral. Defende-se atirando tinta para os olhos das suas vítimas, e até dos seus predadores. Tem também a capacidade de autotomia dos seus tentáculos, que não é mais do que a possibilidade de se auto-mutilar, face a uma ameaça letal, desfazendo-se de um braço... ou mesmo de um(a) Perna. Tudo justifica a sua sobrevivência. Possui ainda uma invulgar capacidade de camuflagem, confundindo-se com a lama do lodaçal onde vive, mas sendo também capaz de se fazer passar, com invulgar naturalidade, por espécies animais muito mais evoluídas, como o Legitimus engenheirus.

O Socratis sinistrus é, acima de tudo, um predador temível. Ao contrário do polvo, o Socratis sinistrus não ataca apenas em legítima defesa. Ataca pela “calada” da lama onde vive e por onde se movimenta, invisível, imperceptível e silenciosamente. Não é um animal tímido e muito menos discreto. Vive na lama, mas é altivo, sobranceiro e até arrogante. Possui muito mais do que apenas oito tentáculos, e todos eles se distribuem à volta da sua boca, servindo para alimentar a sua insaciável fome de protagonismo e de opulência. São tentáculos de dimensões diversas: braços mais curtos, que servem apenas para manter acesas as luzes da ribalta, outros braços mais longos, de dimensões consideráveis, capazes de atingir Paris, Nova Iorque, ou qualquer paraíso fiscal, e ainda um(a) Perna, para o conduzir pelos caminhos obscuros do seu habitat, e que este cefalópode utiliza para o seu próprio serviço postal – um verdadeiro especialista em transporte de envelopes.

O Socratis sinistrus, ao contrário dos seus parentes cefalópodes mais vulgares e à semelhança de alguns quadrúpedes, come até rebentar, parecendo nunca saber quando deve parar de o fazer. Talvez o calor excessivo dos holofotes da ribalta lhe venha a parar a digestão, talvez lhe provoque apenas um golpe de calor. De um modo ou de outro, o que parece inquestionável, é que foram eles, os holofotes da ribalta, a razão primeira que hão-de levar este sinistro cefalópode à sua própria destruição.

Socratis sinistrus, uma destruição há muito anunciada...

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 20:31
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Domingo, 15 de Outubro de 2017
o "álb'oon" em destaque (131)...

O projecto "A Identidade Vimaranense" teve lugar de destaque nesta reportagem sobre a edição de 2017 do Guimarães noc noc... 

 

("A Identidade Vimaranense" aos 1'45")

(para regressar à página dos Ecos na Comunicação Social do Projecto A Identidade Vimaranense, carregar  AQUI  )



publicado por Miguel Salazar às 15:32
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Sexta-feira, 13 de Outubro de 2017
o "álb'oon" em destaque (130)...

A minha participação conjunta com o Dr Amaro das Neves, na edição nº7 do Guimarães noc noc, através do projecto "A Identidade Vimaranense", foi merecedora de destaque... fotográfico, na edição do jornal Mais Guimarães desta semana...

20171013 Mais Guimarães.png

(para regressar à página dos Ecos na Comunicação Social do Projecto A Identidade Vimaranense, carregar  AQUI  )



publicado por Miguel Salazar às 20:21
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Sábado, 9 de Setembro de 2017
VAR - Video And Rescue...

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VAR (Video And Rescue) é uma Força Especial criada pelo Conselho de Arbitragem da FPF, para salvamento de árbitros em apuros. Trata-se de uma adaptação do conceito internacional da SAR (Search And Rescue), e destina-se exclusivamente ao salvamento de árbitros que se encontrem em dificuldades, no estrito cumprimento da sua Missão de benefício dos 3 Estarolas.

Apesar de visar apenas os jogos dos 3 Estarolas, a VAR deverá estar presente em todas as restantes partidas, podendo mesmo ser utilizada se se entender que daí possa vir alguma vantagem para aqueles clubes, nomeadamente para o condicionamento dos clubes não-Estarolas para jogos futuros com algum dos 3 Estarolas. Poderá ainda ser utilizada nesses jogos, como forma de dar formação e experiência aos árbitros previamente recrutados, permitindo assim o aperfeiçoamento da técnica de VAR, para os jogos verdadeiramente importantes (os dos 3 Estarolas).

Cada árbitro não poderá, em NENHUMA circunstância, fazer mais do que 30 jogos de cada Estarola, por época. Não serão admitidas QUAISQUER excepções a esta regra, embora se deva salientar que ela se aplica APENAS a jogos da Liga NOS.

 

Miguel Salazar

 

(NOTA: caso se venha a verificar a criação da Liga ESTAROLA, a VAR deixará de fazer sentido, razão pela qual esta força será imediatamente desmantelada, mantendo-se apenas para os jogos da Taça de Portugal e da Taça da Liga)



publicado por Miguel Salazar às 14:12
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Sexta-feira, 8 de Setembro de 2017
Eh pá... Criem-na lá !...

 

20170908 Liga Estarola.png

 



publicado por Miguel Salazar às 23:29
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Sábado, 2 de Setembro de 2017
O senhor Júlio vai à Rádio...

20170901 Júlio Mendes.jpg

 

 

Nas instalações de uma rádio da cidade...

- Boa tarde senhores ouvintes. Hoje temos connosco o actual gerente da Mercearia Victória – o senhor Júlio.

- Boa tarde, senhor Júlio. O senhor deve saber certamente que há por aí muita gente aborrecida consigo, porque acha que o senhor anda a fazer alguns negócios a preços de saldo. Há quem diga até... de liquidação total. Fala-se em apenas 13,5 milhões, por cinco das suas melhores mercadorias. É verdade?

- Vamos ver. Isso é uma enorme mentira. Esses senhores, que nós sabemos muito bem quem são, que andam pelas redes sociais, mas que eu não vou dizer os nomes deles agora, são uns grandes... MEN-TI-RO-SOS. Esses 5 produtos foram vendidos por MAIS DE 8 milhões. Mais precisamente... 8,25... digamos, 8,5.

O jornalista estava estupefacto...

- Mas isso é ainda menos do que os 13,5 milhões...

- É como lhe digo, são uns MEN-TI-RO-SOS, mas um dia eu vou desmascará-los a todos. Um por um.

Ainda baralhado com a resposta, o jornalista resolveu passar à frente.

- Mas não acha que seria mais fácil se explicasse às pessoas os contornos desses negócios?

- A minha ética profissional impede-me de falar sobre os negócios que faço. Pelo enorme respeito que tenho pelas outras partes, percebe? Agora, o que eu posso contar-lhe é que aquele pobre merceeiro de Moreira de Cónegos, coitado, andou p’raí aos caídos a pedinchar umas migalhas, e eu, claro, acabei por lhe dar umas coisitas fora-de-prazo que tinha para lá na loja.

- E em relação àquele diamante sul-africano, que o senhor vendeu à última-da-hora, afinal quanto é que os franceses lhe deram por ele?

- Vocês vão desculpar-me, mas eu sou... um Merceeiro.disse o senhor Júlio, muito orgulhoso. Endireitou as costas, subiu o queixo, garboso, e prosseguiuA minha ética profissional, e o respeito que tenho pelas pessoas com quem faço negócios, impedem-me de revelar esses pormenores.E, voltando à posição inicial, mais descontraída, disse em tom de (in)confidênciaAgora, o que eu vos posso contar é sobre a casa dos franceses, meu Deus... Vocês não iam acreditar. Que miséria franciscana. Aquilo era mau demais, até para um sem-abrigo... Uma autêntica pocilga!

- Finalmente, e para terminar, senhor Júlio, qual é que deveria ser, na sua opinião, o comportamento das pessoas?

- Muito fácil. Regras muito simples, que vocês vão entender muito facilmente. As pessoas devem apoiar-me apenas em 3 ocasiões – antes, durante e depois. Só devem manifestar a sua discordância numa altura – nunca! E apenas num local – em lado nenhum! Será assim tão difícil entender isto?

 

Miguel Salazar



publicado por Miguel Salazar às 22:29
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Sexta-feira, 1 de Setembro de 2017
O senhor Júlio e o amigo Costa...

20170901 Júlio Mendes.jpg

 

O dia corria calmo na Mercearia Victória, até o Guito chegar a correr, esbaforido e a tremer, à beira do senhor Júlio. A vontade de agradar era tanta, que o jovem marçano atrapalhava-se todo quando tinha algo para lhe dizer.

- Ó sô Júlio, sô Júlio. Estão a telefonar de Braga a oferecer uma pipa de massa por um patrocínio. Querem pôr um anúncio na mercearia a dizer "Eu só quero ver Guimarães a arder!". É um bom negócio não é, sô Júlio?

O merceeiro nem queria acreditar naquilo que acabara de ouvir. Deitou as mãos à cabeça e disse, suspirando e tentando manter a calma...

- Não, não é um bom negócio... Olha, vai mas é atender o telefone!...

O marçano lá foi atender o telefone, cabisbaixo e desapontado. Estava mesmo convencido que era um excelente negócio. Não passou nem um minuto até o Guito voltar a correr... esbaforido. Agora sim. Agora era um coisa realmente importante.

- Sô Júlio, sô Júlio, venha depressa ao telefone. É aquele senhor do Porto, aquele seu amigo importante.

Já de paciência esgotada, nem ouviu o que o marçano lhe acabara de dizer.

- Ouve lá, ó Guito, já puseste o cartaz da abertura dos saldos, lá fora, como já te disse para fazeres, não sei quantas vezes?

- Sim, quer dizer, ainda não, mas ouça, sô Júlio... é o senhor Costa, o ricaço da fruta...

Quando ouviu aquele nome, o senhor Júlio saltou como uma mola. A velocidade com que voou para o telefone, só encontrava par naquela que tinha trazido o marçano até si. O senhor Júlio era uma daquelas pessoas que se põe logo de pé e em sentido, quando fala com alguém importante, ainda que seja ao telefone. Parecia um Polícia da Régua do tempo da Outra Senhora, a falar com o Chefe da Esquadra.

- Bom dia, senhor Costa. Como passa Voss’elência?

- Ó meu caríssimo e ilustríssimo amigo – o comerciante da fruta falava sempre assim, quando estava na iminência de impingir alguma coisa a alguém - Teinho excelentes notícias para lhe dar...

- A sério, senhor Costa?

- É berdade, amigo Júlio. Excelentes notícias. A primeira é qu’apesar d’afinal já num lh’ir pagar os 3,5 milhões da puonta-d’áuncinho brasileira que lhe comprei no princípio do ano, teinho uma soluçom MUITO melhor. Palabra d’onra! Teinho aqui um material espectacular p’rá sua mercearia. A mim num me serbe p’ra nada, mas a buocê... upa, upa.

- Ó senhor Costa, mas eu já devia ter recebido esse dinheiro no início do ano, e tenho aqui uns clientes que passam a vida a chatear-me por causa das contas da mercearia...

O comerciante do Porto nem o deixou acabar de falar, continuando...

- Ó meu caro amigo, o pribilégio que eu lhe doue de poder fazer crescer as nossas pláuntas berdes qu’eu tão generosamente lh’impresto, p’ra depois lhas ir buscar quando já estiberem no puonto, deberia ser uma contrapartida mais do que justa e suficiente. Mas p’ra buocê ber como eu soue realmente seu amigo, bou máundar-lhe uns monos e uns artigos que tenho p’ráqui fuora de prazo. E tudo isto por apenas esses tais 3,5 milhões. Uolhe, bou máundar-lhe táumbém uns sacos cum azeitona e, se quiser... erbilhas...

Os olhos quase saltavam das órbitas do senhor Júlio...

- O Corona e o Iker Casillas? Ó senhor Costa, isso é que era um grande negócio...

- Amigo Júlio, nós os dois só fazemos gráundes negócios. Mas cumprienda que se fosse o Corona e o Casillas, era um gráunde negócio... mas era p’ra buocê, num era p’ra mim. – respondeu-lhe, não conseguindo evitar soltar uma sonora gargalhada – Se calhar máundo-lhe é um marçáno...

- O Marcano, senhor Costa?

- E buocê a dar-lhe, ó Júlio. O Marcano táumbém nom... Eu disse um MAR-ÇÁ-NO, porque me parece que buocê está a precisar. O rapaz que m’atendeu o telefone, atrapalhou-se todo quáundo soube cum quem estaba a falar. Mas boltáundo à baca fria, eu até estaba a pensar em máundar-lhe táumbém um óleo alimentar, em garrafões, mas buocê ainda ia pensar qu’era o Aboubakar dos Camarões... se calhar é melhor nom. O qu'eu bou máundar-lhe é uma coisa qu’eu seie que buocê quer muito – o Dragom d'Ouro. Buocê já o merece e assim ficamos quites. Bem sei qu’é uma imitaçom barata em PBC, feito na China, mas uolhe que ninguém diz que num é berdadeiro. Bai fazer uma bistaça na sua mercearia. Por falar em China, ó amigo Júlio, buocê tem é de fazer cum'ós gaijos das lojas dos chineses, Cuompre um Mercedolas p'ra si. Um huomem de sucesso como buocê, num pode andar p'raí numa carroça qualquer. E se o chatearem muito... uolhe... sei lá... diga qu'é p’rós gaijos da UEFA quáundo eles fuorem a Guimarães...

 

Miguel Salazar



publicado por Miguel Salazar às 22:58
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Sexta-feira, 25 de Agosto de 2017
Contas de Merceeiro...

(um problema de Matemática)

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O senhor Emílio tinha uma mercearia. Não tinha muito jeito para o negócio e quase a levou à falência. Não fosse o senhor Júlio ter-lhe ficado com ela, a mercearia não teria resistido à dívida que o senhor Emílio deixou. Com a compra da mercearia, o senhor Júlio herdou uma dívida de 25 milhões de euros. 

Em Dezembro do ano passado, o senhor Júlio gabava-se de já ter pago 16 milhões. Os tempos foram passando e a vida estava a correr-lhe bem. Este ano, o senhor Júlio conseguiu fazer 4 belos negócios. Vendeu uma ponta de ancinho brasileira a um comerciante rico da cidade Invicta por 3,5 milhões, vendeu uma prata da casa a um cowboy americano por 1,5 milhões, vendeu a sua carrinha a um italiano por 4 milhões, e conseguiu ganhar mais 2 milhões num negócio feito entre um sócio seu francês e uns italianos. Neste negócio, ainda recebeu mais uma comissão de meio milhão de euros. Para além destes 4 negócios, o senhor Júlio recebeu 2,6 milhões de euros por ter entrado para uma confraria europeia de merceeiros muito importante.

Considerando que as despesas do dia-a-dia, desde que tomou conta da mercearia, foram sendo pagas pelas outras vendas que foi fazendo duas vezes por ano, qual é o valor da dívida actual da mercearia do senhor Júlio?

E depois do Mercedolas que acabou de comprar para se exibir frente aos seus amigos estrangeiros?

 

Miguel Salazar

 

(e depois ainda há um pagamento anual de 10 ou 20 milhões que uma televisão irá pagar ao senhor Júlio durante não sei quanto tempo (a começar no próximo ano), para fazer um Big Brother na mercearia)



publicado por Miguel Salazar às 17:43
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Sexta-feira, 18 de Agosto de 2017
Esse Mito Urbano chamado Jorge Jesus (parte 2)...

 

Um outro Mito Urbano relacionado com Jorge Jesus, é mais uma ideia que o “jornaleirismo” desportivo nacional nos quis impingir, relacionado com a sua alegada inigualável capacidade de valorização e rentabilização de jogadores.

Outro embuste. Mais um.

Passemos então aos factos...

 

 20170818 Rui Vitória Vs Jorge Jesus.png

 

Deste TOP-8, dos jogadores vendidos pelo Benfica acima dos 30 milhões de euros, apenas 3 foram valorizados por Jorge Jesus, num total de 103 milhões de euros.

Nenhum destes três eram oriundos da formação do Benfica, pelo que este valor não é líquido (há que descontar ainda os valores de aquisição). Em boa verdade, Jesus não valorizou significativamente nenhum jogador da formação do clube. Deu uma hipótese a Gonçalo Guedes, é verdade, mas não o deixou jogar mais de 9 partidas, em todas as competições da época de 2014/2015. Ainda em relação à formação, foi também Jesus quem deixou sair Bernardo Silva para o Mónaco, com apenas 31 minutos de utilização.

Na realidade, a existência de formação e de uma equipa B no Benfica, sempre foi um assunto pouco mais do que irrelevante, para Jorge Jesus.

 

Deste TOP-8, Rui Vitória foi o responsável pela valorização de 5, num total de 170,5 milhões de euros.

Mal chegou ao Benfica, Rui Vitória lançou de imediato 2 jogadores da formação benfiquista (Nelson Semedo e Renato Sanches), e relançou Gonçalo Guedes, agora sim, com 59 partidas em 2 épocas. Só com estes 3, teve uma rentabilização de custo-zero para 95,5 milhões, ou seja, só com o aproveitamento da formação, Rui Vitória fez mais do que Jesus tinha feito com todas as suas melhores vendas (não esquecer que os 3 jogadores de Jorge Jesus tiveram custos de aquisição - Di Maria custou 2,5M e Witsel 9M).

Não poderemos esquecer ainda que o guarda-redes Ederson e o sueco Lindelof, foram promovidos da equipa B, por Rui Vitória.

E tudo isto em apenas 2 anos.

 

Em apenas 2 anos, Rui Vitória foi responsável por quase o dobro da rentabilização conseguida por Jorge Jesus em 6 temporadas.

Por isso, e em termos relativos...

Rui Vitória é quase 6 vezes mais eficaz do que Jorge Jesus, na rentabilização e valorização de jogadores.

E assim cai com estrondo, mais uma vez, esse Mito (muito pouco) Urbano chamado Jorge Jesus...

 

Miguel Salazar



publicado por Miguel Salazar às 19:38
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Quinta-feira, 17 de Agosto de 2017
Esse Mito Urbano chamado Jorge Jesus (parte 1)...

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Ao contrário do que muita gente parece supor, a carreira de Jorge Jesus não teve o seu início no Benfica.

A verdade é que ela começou muito antes, na Amora, na já longínqua época de 1992/1993, 19 anos antes da sua chegada ao estádio da Luz.

Nas primeiras 18 temporadas, a sua carreira nada teve de particular relevância.

Mas bastou ter posto os pés no Benfica, para logo se começar a criar um dos maiores embustes de toda a História do futebol português – esse Mito Urbano chamado Jorge Jesus, o tão propalado Mestre da Táctica.

Mas vamos aos factos...

 

Nas primeiras 18 temporadas da sua já longa carreira, Jorge Jesus foi Campeão Nacional da 3ª Divisão pelo Amora, subiu 3 equipas de Divisão (o Amora, e 2 vezes o Felgueiras), e desceu outras 2 (Felgueiras e Moreirense).

Até aqui, nada de fabuloso...

Fez um 7º lugar na União de Leiria, com 47 pontos em 34 jogos, enquanto José Mourinho, ainda em início de carreira (2001/2002), tinha já conseguido atingir essa mesma posição, mas com mais 8 pontos em igual número de jogos.

Ao serviço das 5 restantes equipas (União da Madeira, Estrela da Amadora, Vitória de Setúbal, Vitória Sport Clube e Belenenses), e em 11 temporadas, não fez nada digno de realce.

Ao serviço do Sporting de Braga, Jorge Jesus venceu 1 Taça Intertoto* e foi 5º classificado no Campeonato Nacional, enquanto que Domingos Paciência, em 2 épocas, e no mesmo Sporting de Braga, conseguiu ser Finalista da Liga Europa numa, e Vice-Campeão Nacional na outra (com mais 21 pontos do que o Braga de Jesus, nos mesmos 30 jogos).

Bem melhor o desempenho de Domingos Paciência...

Chegado finalmente ao Benfica, era tempo de se dar início à criação do Mito. Dispondo dos melhores e mais ricos planteis da história do clube, em 6 épocas, Jesus foi Campeão Nacional por 3 vezes, venceu 1 Taça de Portugal, 1 Supertaça e 5 Taças da Liga. Analisando a questão de outra perspectiva, Jorge Jesus perdeu a oportunidade de vencer 14 troféus nacionais (3 Campeonatos, 5 Taças de Portugal, 5 Supertaças e 1 Taça da Liga), o que faz com que a sua eficácia tivesse sido de 41% (10 troféus conquistados e 14 perdidos).

Logo de seguida, e em apenas 2 épocas (e mais a Supertaça deste ano), Rui Vitória já conseguiu no Benfica, 2 Campeonatos Nacionais, 1 Taça de Portugal, 2 Supertaças e 1 Taça da Liga. Na mesma perspectiva com que se analisou o desempenho de Jesus, Rui Vitória perdeu a oportunidade de vencer 3 troféus nacionais (1 Taça de Portugal, 1 Supertaça e 1 Taça da Liga), o que faz com que a sua eficácia seja de 67% (6 troféus conquistados e 3 perdidos).

Ou seja, Jorge Jesus tem uma eficácia de 41%, enquanto a de Rui Vitória é de 67%, mas o Jesus é que é bom. Está certo !

A nível das competições europeias, Jorge Jesus levou 1 vez o Benfica aos quartos-de-final da Liga Europa e, na Liga dos Campeões, por 4 vezes não passou da fase de grupos, atingindo 1 vez os quartos-de-final desta competição. Já Rui Vitória, em dois anos, atingiu 1 vez os quartos-de-final e 1 vez os oitavos-de-final, ambas na Liga dos Campeões.

E Jorge Jesus é que continua a ser o melhor. Continua a estar certo !

Nas últimas 2 temporadas, o “Mestre da Táctica” esteve ao serviço do Sporting, onde conseguiu apenas 1 Supertaça, e logo na sua chegada a Alvalade, numa altura em que o Poder Instituído ainda o deveria julgar ao serviço do Benfica.

E assim voltou Jorge Jesus à eficácia pré-Benfica...

 

Assim, bem espremido e comparado, Jesus fez quase sempre pior do que fizeram outros nos mesmos clubes, apenas conseguindo suplantar os seus colegas com a conquista de uma competição disputada por uma espécie de 2ª Divisão do futebol europeu, e conquistada em apenas dois jogos, contra o Sivasspor da Turquia. A sua verdadeira especialidade parece ser a Taça da Liga que deverá ser muito provavelmente a mais desinteressante e desvalorizada competição do futebol português. Venceu-a 5 vezes, apesar de só o ter conseguido fazer no Benfica.

E pronto, é assim que nascem os Mitos Urbanos.

E foi assim também que nasceu o maior de todos eles – esse Mito Urbano chamado Jorge Jesus.

Urbano, mas pouco, diria eu... muito pouco urbano...

 

Miguel Salazar

 

* A Taça Intertoto era uma competição organizada pela UEFA entre 1995 e 2008, em que competia uma espécie de 2ª divisão do futebol europeu, formada pelas equipas que não se conseguiam qualificar para as competições europeias “a sério”. Para se ter uma ideia da dificuldade desta competição, o Sporting de Braga conseguiu vencê-la, disputando (e vencendo) apenas 2 jogos, com os turcos do Sivasspor. A União de Leiria foi Vice-Campeã da edição de 2004 desta mesma taça, eliminando os russos do Shinnik Yaroslavl e os belgas do Genk, e perdendo a final para os franceses do Lille.



publicado por Miguel Salazar às 00:45
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Quarta-feira, 16 de Agosto de 2017
As 4 Cartilhas do Vitória Sport Clube...

 

20170815 Cartilha VSC #1.png

20170815 Cartilha VSC #2.png

20170815 Cartilha VSC #3.png

20170815 Cartilha VSC #4.png



publicado por Miguel Salazar às 20:00
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Terça-feira, 15 de Agosto de 2017
Do Dicionário da Língua Portuguesa e do Dialecto Estarolês...

20170815 VAR.png



publicado por Miguel Salazar às 13:30
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Segunda-feira, 24 de Julho de 2017
192 Vitórias de todo o Mundo...

 

'Vitórias' no Mundo 1.png

'Vitórias' no Mundo 2.png

'Vitórias' no Mundo 3.png

 

Foram incluídos os clubes com o nome de "Al-Nassr" e "Al-Nasr", 

pois essa é a tradução árabe da palavra "Vitória".

Foram também incluídos os clubes com o nome "Niki",

pois esse é o nome grego da deusa Vitória.



publicado por Miguel Salazar às 20:12
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Quarta-feira, 24 de Maio de 2017
a Sétima Cruzada da Era Moderna...

 

20170524 Sétima Cruzada.jpg

 

Entre os séculos XI e XIII, o Papado de Roma organizou nove Cruzadas, para resgatar Jerusalém aos Mouros. A Guerra Santa, como então ficou conhecida, foi bem sucedida logo na sua Primeira Cruzada, mas esse sucesso nunca mais haveria de se repetir, ao longo das restantes oito. A Segunda Cruzada constituiu-se como a primeira de todas essas derrotas, e a única vitória alcançada nesta altura, ocorreu em terras lusas. Dom Afonso Henriques contou com a ajuda dos Cruzados, que na altura se encaminhavam para Jerusalém, e assim conseguiu garantir a Reconquista de Lisboa, quando corria o ano de 1147.

 

Mais tarde (muito mais tarde), em 1922, haveriam de nascer aqueles que iriam dar lugar às Cruzadas da Era Moderna. Até 2016, os Conquistadores de Guimarães, legítimos descendentes do 1º Rei de Portugal, haveriam de lutar em seis Cruzadas, para a Conquista do Jamor.

Na Primeira e Segunda Cruzadas desta nova Era (em 1942 e 1963), os Conquistadores sucumbiram aos pés dos Mouros de Lisboa, mas não sem antes terem honrado o símbolo do Rei, que orgulhosamente traziam ao peito.

Em 1976, já na Terceira Cruzada (a única em que o objectivo não era o Jamor, mas sim o Porto), os Conquistadores foram vítimas da pérfida traição daquele maldito juíz cujo nome não deve voltar a ser pronunciado, e que ficará para sempre gravado como uma das maiores ignomínias da História do futebol luso.

As Quarta e Quinta Cruzadas aconteceram em 1988 e 2011, e trouxeram mais duas derrotas para os sempre orgulhosos descendentes do 1º Rei de Portugal.

Foi apenas em 2013, durante a Sexta Cruzada, que se conseguiu a maior vitória de todos os tempos, sobre os Mouros de Lisboa. Contra tudo e contra todos, os Conquistadores, apoiados por uma milícia de dezenas de milhar de Vitorianos, tomaram o Jamor de assalto, dizimando as forças inimigas. A vitória foi tão contundente que o próprio Sultão Mouro decidiu seduzir para o seu serviço, o General que o tinha derrotado. Por estes dias, e já em plena Sétima Cruzada, é contra este ex-General, agora armado Grão-Vizir, que os Conquistadores terão de lutar.

Hoje, chegados portanto à Sétima Cruzada da Era Moderna, o tempo é o da Reconquista do Jamor. 870 anos depois d' El-Rei Dom Afonso Henriques ter conseguido reconquistar Lisboa aos Mouros, é chegado o dia de fazermos jus ao nosso nome e reconquistarmos o Jamor.

 

A 28 de Maio de 2017, nós, os Conquistadores de Guimarães, legítimos descendentes do 1º Rei de Portugal, apoiados novamente pelas nossas indefectíveis milícias, iremos gravar a letras de ouro mais uma página da nossa gloriosa História.

 

A Reconquista do Jamor é o nosso objectivo,

e a Glória o nosso destino !...

 

José Rialto

 



publicado por Miguel Salazar às 22:44
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Terça-feira, 23 de Maio de 2017
O rapaz do Bar...
Confortavelmente refastelado na 4ª fila da zona Euro da sala de espectáculos, e depois do filme ter terminado, visivelmente bem disposto, Pedro Martins gracejou em voz alta, enquanto se voltava para trás, na direcção do bar:

- Ó rapaz, tu desculpa lá o mau jeito. Eu sei que era aqui que tu querias...

Nem acabou o que ia dizer. O rapaz do bar tinha estado sentado ao balcão durante quase todo o filme, mas já não estava mais lá. Em boa verdade, já lá não estava há algum tempo. Depois de perder, pela enésima vez, mais um engate para alguém que tinha acabado de entrar, o dono do bar tinha perdido a paciência, e acabou por correr com ele do estabelecimento. É que já não havia mais pachorra para tanta aselhice. Estava farto de desperdiçar dinheiro nos copos do rapaz... e na limpeza da casa de banho.

O rapaz tinha sido corrido, mas já lá estava outro na sua vez. E este não perdia tanto tempo a conversar com raparigas. Não perdia tanto tempo, mas perdia-as de igual forma para qualquer marmanjo que acabasse de entrar no bar. A última que perdeu foi para um gabiru da zona de Tondela.

Moral da história: o dono do bar poupava nas bebidas, mas continuava a não poder dispensar a senhora que lavava as casas de banho...

 

José Rialto


publicado por Miguel Salazar às 00:20
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Quarta-feira, 5 de Abril de 2017
Bongani Zungu...

20170405 Zungu.png

Uma vez que...

- o benfiquista Celis não está assim em tão grande forma quanto isso...

- é um jogador emprestado, que dentro de 2 meses vai embora...

- que o Vitória não tem qualquer vantagem em o fazer rodar na equipa principal...

- e que Pedro Martins não poderá contar com ele para a final da Taça contra o Benfica...

 

E sabendo nós...

- que o vitoriano Bongani Zungu tem mostrado estar numa excelente forma...

- que Bongani Zungu é um activo do Vitória, e que portanto convém valorizar...

- e que será ele que vai jogar a final da Taça contra o Benfica...

 

Não seria melhor, e de mais bom-senso, sentar desde já o benfiquista Celis no banco, e dar a titularidade ao vitoriano Bongani Zungu ?



publicado por Miguel Salazar às 23:28
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Sábado, 1 de Abril de 2017
Em busca da segunda chave...

Uma já cá canta, nas costas de Pedro Martins, e a outra está logo ali, mesmo à mão de semear... ou melhor, mesmo à mão de colher...

20170318 Chaves VitóriaSC.png



publicado por Miguel Salazar às 10:00
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Sexta-feira, 3 de Março de 2017
A primeira das duas chaves...

... para abrir os portões do Jamor

20170302 Ricardo Soares.png

 



publicado por Miguel Salazar às 00:35
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Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2017
8º aniversário do “ÁLB’oon”…

 

8AniversarioEnergy1.jpg

 

Neste último ano, foram desenhadas 51 caricaturas e cartoons, apesar de só terem sido publicados n' o ÁLB'oon, 28 destes desenhos. Os restantes 23 foram reservados para a sua publicação num livro cuja edição já se encontra em marcha. Mas disso vos daremos conta em tempo mais oportuno.

O ÁLB'oon foi visitado por 8.150 leitores (média de 22 por dia), que visualizaram um total de 13.498 páginas (média de 37 por dia). Durante estes 8 anos, o ÁLB'oon já foi visitado por leitores de 129 países diferentes, oriundos dos 5 continentes.

O ÁLB'oon não pode deixar de agradecer aos seus fieis leitores que vão conseguindo resistir à crescente asfixia com que as redes sociais vão condicionando a sobrevivência da blogosfera nos dias de hoje.

Muito obrigado pela vossa persistência...



publicado por Miguel Salazar às 23:59
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Segunda-feira, 20 de Fevereiro de 2017
O homem-forte, o menino birrento e a surra...

(take #3)

20170220 Armando Marques e Marega.png

 



publicado por Miguel Salazar às 20:16
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Domingo, 12 de Fevereiro de 2017
Dragão d'Ouro...

20170212 Júlio Mendes.png



publicado por Miguel Salazar às 22:23
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Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2017
Janeiro, o mês do nosso martírio...

20170201 Pedro Martins.png

Definitivamente, a Direcção da SAD não consegue resistir ao tilintar de meia dúzia de cêntimos.

Eles bem juram que não irão repetir erros do passado, mas nas bocas deles, isso são apenas palavras, e as palavras leva-as o vento. Já nem vale a pena citar Pimenta Machado...

Eles gostam mesmo é de cortar as pernas aos treinadores. A Rui Vitória, cortaram-lhas por quatro vezes, sem falhar um mês de Janeiro que fosse. Na época passada, como os dois treinadores que por cá passaram nem tinham pernas para andar, também não havia o que lhes cortar. Mas este ano, já com tantas saudades, lá voltaram ao mesmo. Contrataram novamente um treinador com pernas, só para lhas poder cortar agora, chegados mais uma vez ao fatídico mês de Janeiro.

Cortam-lhes as pernas e depois arranjam-lhes um par de moletas... manhosas e ainda por cima emprestadas. Eram para ser umas próteses daquelas de lâmina, semelhantes às do Pistorius, mas essas acabaram por ser desviadas para Marrocos.

Coitado do Pedro Martins. Coitado dele, do Vítor Campelos (que acaba por levar por tabela), e coitados de nós, os Vitorianos...

Mas afinal até quando teremos nós de aguentar este martírio ?...

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 17:33
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Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2017
O "déjà vu" de Jorge Simão...

20170129 Moreirense.png

Já tinha passado uma semana sobre o show de bola que os Conquistadores tinham dado no Sambódromo Municipal de Braga, mas a sensação voltava a ser a mesma.

Uma vez mais, Jorge Simão assistia sem poder fazer muita coisa. E uma vez mais resolveu ir para as bancadas. agora menos desertas, para melhor contemplar o espectáculo novamente proporcionado pelo seu adversário. As sensações de há uma semana repetiam-se, sem que pudesse fazer muito para as contrariar. Havia coisas diferentes, é certo, mas a sensação de impotência era a mesma. O recinto era esquisito - tinha 4 bancadas - coisa que toda a gente sabe que não pode acontecer num sambódromo que se preze, mas o show era o mesmo: o mesmo desfile, o mesmo espectáculo avassalador, a mesma desolação das bancadas, um outro adversário, sim, mas do mesmo concelho de Guimarães.

Jorge Simão estava mesmo a ter um déjà vu e, como tal, já não tinha quaisquer esperanças sobre o desfecho final daquele espectáculo. O pior de tudo é que mais do que perder 3 pontos, Jorge Simão acabara de perder uma taça. A mesma taça com que o carrasco Cauê já brincava agora...

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 23:10
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Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2017
David e Golias...

20170127 Augusto Inácio.png

 

O gigante Golias já tinha,

A certeza d' ir à final.

Mas com três pedradas na pinha,

Teve d' ir, foi pr' ó hospital.

 

Em Moreira já repicam os sinos, 

E a David se pede apenas um pouco mais:

Dar uma valente coça aos marroquinos,

E trazer a taça para Guimarães.

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 18:32
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Terça-feira, 24 de Janeiro de 2017
Show de bola no Sambódromo Municipal...

 

20170124 Show de Bola.png

O show de bola dos Conquistadores estava a ser tão espectacular, que os supostos adeptos marroquinos já não conseguiam mais suportá-lo. Roídos de inveja, debandaram das suas bancadas. Não fosse a presença massiva dos adeptos que tinham vindo da Cidade-Berço da Nacionalidade, e as bancadas do Sambódromo Municipal teriam sido devolvidas ao seu desolador aspecto habitual.

Quem aproveitou a acalmia da bancada agora deserta, foi Jorge Simão, que assim se posicionou para melhor poder contemplar o desfile dos nossos Conquistadores.

Jorge Simão sabia bem que não podia desperdiçar a ocasião - ocasião única de toda uma época. Afinal, não é todas as semanas que no Sambódromo Municipal de Braga se pode assistir a um espectáculo assim... tão grandioso... dentro e fora da parada dos desfiles...

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 21:07
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Quarta-feira, 11 de Janeiro de 2017
A caminho de Loulé...

20170111 Inácio e Nuno Espírito Santo.png

Longa é a distância
De Guimarães até Loulé.
E por essa circunstância,
Nem pensar fazê-la a pé.
 
Difícil estav'a questão,
Não desse o Nuno seu lamiré:
Ides todos no meu dragão,
De duas asas e um tripé.
 
José Rialto
 
 


publicado por Miguel Salazar às 22:27
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Domingo, 8 de Janeiro de 2017
O Monstro de Loch Ness...

 

20170108 Monstro de Loch Ness.jpg

 

Por estes dias, o Dragão de Nuno Espírito Santo mete tanta água, que já há quem o tome pelo monstro de Loch Ness...

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 14:28
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Segunda-feira, 17 de Outubro de 2016
Retrato de uma Família muito Eclética...

20161010 Retrato de Família.png



publicado por Miguel Salazar às 15:37
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Domingo, 25 de Setembro de 2016
o "álb'oon" em destaque (129)...

Na noite da passada quarta-feira, dia 21, Manuel Mendes foi merecedor de uma homenagem pública, no Centro Cultural de Vila Flor.

Câmara Municipal de Guimarães e Vitória Sport Clube juntaram-se para prestar a devida homenagem àquele que se tornou no primeiro atleta, vimaranense e vitoriano, a conquistar uma medalha nos Jogos Paralímpicos.

Manuel Mendes foi o 3º melhor classificado da Maratona (T46), nos jogos que decorreram no Rio de Janeiro.

Tal como tinha acontecido com os 5 atletas vimaranenses presentes nos Jogos Olímpicos, também o Manuel Mendes recebeu uma caricatura da minha autoria, feita a pedido da Câmara Municipal.

O vídeo que se segue, documenta o momento da sua entrega...

 



publicado por Miguel Salazar às 18:21
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Quarta-feira, 21 de Setembro de 2016
A marca indelével de Manuel Mendes...

20160920 Manuel Mendes.png

Ao conquistar a medalha de bronze na Maratona T46 das Paralimpíadas de 2016, Manuel Mendes conseguiu, de uma vez só, trazer uma enorme recordação do Rio de Janeiro para Guimarães, mas também deixar a marca indelével da sua passagem pela Cidade Maravilhosa...

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 23:28
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