Domingo, 1 de Janeiro de 1978
Acerca de nós...

 

Miguel Salazar

Natural de Guimarães (1962).

Caricaturista amador, desde 1978.

Colaborações regulares na imprensa regional, no Correio de Fafe (1980), n’O Vitória de Guimarães (1980 a 1981, e 1987 a 1988), no Toural (Guimarães, 1991 a 1993), no Jornal de Matosinhos (2007) e na revista Mais Guimarães (2014 a 2016).

Publicações na imprensa regional (O Povo de Guimarães, Jornal de Matosinhos, Vitória e Desportivo de Guimarães), na imprensa nacional (O Comércio do Porto, MusicalíssimoA Bola Magazine) e na imprensa estrangeira (revista FenaMizah, Turquia).

Autor de um blogue de caricaturas e cartoons, criado em Fevereiro de 2009, onde se encontra publicada a esmagadora maioria dos desenhos feitos desde 1978 – Miguel Salazar, o ÁLB’oon (www.miguelsalazar.blogs.sapo.pt).

Publicações regulares nos blogues Paixão Vitoriana (2008 e 2009), Associação Vitória Sempre (2009, 2010, 2014 e 2015), Dom Afonso Henriques (de 2008 a 2010) e Depois Falamos. (desde 2008).

Participação em vários Salões Nacionais de Caricatura (Oeiras, 1991 a 1995), no I Salão Humor e Ambiente (Figueira da Foz, 1992), no I Salão Galaico-Português do Retrato Caricatural (Coimbra, 1994), no XIII Salão Livre de Humor Nacional (Oeiras, 2000), no IX Porto Cartoon World Festival (Porto, 2007), no Prémio Stuart de Desenho de Imprensa (Lisboa, 2007, 2008 e 2010), no XI Salão Luso-Galaico de Caricatura (Vila Real, 2007), na Copilación de Viñetas “Je Suis Charlie” do Instituto Quevedo del Humor (Espanha, 2015), na Galeria “Je suis Charlie” do Museu Virtual do Cartoon (Porto, 2015), no I Am Charlie Cartoon Festival da Universal Tolerance Organization (Noruega, 2015) e no XVII Porto Cartoon World Festival (Porto, 2015).

Participação no Prémio Francisco Zambujal (Lisboa, 1990), com atribuição de uma Menção Honrosa.

 

Exposição itinerante d’A Bola Magazine (Portugal, 1990) e exposições colectivas na Sessão Cultural do Hospital Pedro Hispano (Matosinhos, 1994) e no VIII Congresso Nacional de Medicina (Lisboa, 1995).

Exposição conjunta nas Comemorações do 75º Aniversário do Vitória Sport Clube (Guimarães, 1997).

Participação, a convite de Osvaldo Macedo de Sousa, na exposição 007 Ordem para Humorar (Amadora, 2007).

Exposição individual na Casa da Memória, no âmbito da programação oficial da Cidade Europeia do Desporto 2013 (Guimarães, de 20 Abril a 28 Julho 2013).

Exposição individual na FNAC do Guimarães Shopping (Guimarães, de 10 Setembro a 9 Dezembro 2013).

Exposição individual "A Identidade Vimaranense", na edição nº 7 do Guimarães noc noc, no átrio do Tribunal da Relação (Guimarães, 7 e 8 Outubro 2017).

 

Publicação do livro o ÁLB'oon de Miguel Salazar, editado pela Guimarães CED'2013 (Guimarães, 2013).

Publicação do livro as Aventuras do Castelão e dos seus Conquistadores, época de 2013/2014, edição limitada (de 250 exemplares numerados) da Secção de Basquetebol do Vitória Sport Clube (Guimarães, 2014).

Participação, a convite de Osvaldo Macedo de Sousa, no álbum Vozes Líricas do séc.XX (2008).

Parte integrante dos álbuns da quase totalidade dos Salões de Caricatura previamente enumerados.

Parte integrante das antologias Médicos Artistas Portugueses do Século XX (Lisboa, 2000), de Armando Moreno, e História da Arte da Caricatura de Imprensa em Portugal (Lisboa, 2002), de Osvaldo Macedo de Sousa.

Publicação de caricaturas no livro Das Turmêntas hà Boua Isperansa (Vila Nova de Gaia, 2011), do grupo musical Trabalhadores do Comércio, no livro Santos Simões (Guimarães, 2013), no livro António Rodrigues, Histórias de 19 anos nas Corridas (Guimarães, 2014), e no livro Conde de Margaride - Correspondência Política (1870-1918) (Guimarães, 2015).

 

 

José Rialto

José Rialto nasceu numa freguesia rural de Guimarães, e é descendente de uma família plebeia de escritores e artistas, que colaboraram com Raphael Bordallo Pinheiro no seu "Álbum das Glórias".

Os mais populares membros desta família do século XIX foram João Rialto e João Ribaixo.

José é um cidadão comum, também ele um simples plebeu, mas com opinião sobre as coisas que se vão passando à sua volta...

 

 

Fernão Rinada

Fernão Rinada é originário de um vale pirinaico de Navarra, mas tem nacionalidade portuguesa.

Nos anos 80, Rinada foi Oficial do Exército Português. Com a especialidade de Atirador, passou pela Escola Prática de Infantaria (em Mafra), pelo Regimento de Infantaria do Funchal (onde deu dois Cursos de Formação de Praças), e concluiu o seu Serviço Militar Obrigatório no Porto (no RIP), onde foi Comandante de Pelotão do Batalhão Operacional. Passou então à disponibilidade como Alferes Miliciano.

Nos anos 90 reingressou no Quadros do Exército. Como Tenente, foi "capacete azul" ao serviço de uma missão da ONU em Angola, tendo sido condecorado com a Medalha de Mérito das Nações Unidas. Já como Capitão, integrou a componente portuguesa da Força de Reacção Rápida da NATO (NRF5 - NATO Response Force 5), tendo recebido, pelos serviços prestados, público louvor. Como Major, foi 2º Comandante e também Director, de duas diferentes Unidades do Exército. Em virtude do seu desempenho como Director, foi condecorado com a Medalha de Mérito do Exército (Medalha de Dom Afonso Henriques). Actualmente tem o posto de Tenente-Coronel.

Paralelamente, Rinada trabalha no ramo dos Seguros, na área da avaliação de risco.

José Rialto escreve assim, a propósito de seu primo...

“Fernão Rinada é descendente, por parte do seu pai, de uma família espanhola do Reino de Navarra.

(...) somos ambos descendentes daquela família que colaborou de muito perto com Raphael Bordallo Pinheiro, no seu Álbum das Glórias.

Fernão Rinada é vimaranense de nascença e vitoriano de alma e coração.

Este meu primo é mais conhecido, entre os nossos amigos, pelo diminutivo Não, pelo facto de ter o estranho hábito de assim iniciar todas as suas respostas, independentemente de a sua opinião ser de concordância ou… não.

O uso deste diminutivo dá ainda lugar a um trocadilho muito curioso - Não Rinada...

A curiosidade do trocadilho torna-se ainda maior, quando sabemos que Não Rinada é um homem tímido, sisudo, circunspecto e desprovido do mais pequeno vestígio de sentido de humor.

No entanto, e apesar de tudo isto, trata-se de um grande e fiel amigo, e que tem sido um inestimável colaborador no trabalho de pesquisa que está na base de muitos dos trabalhos que têm sido publicados n'o ÁLB’oon do Miguel Salazar.

O rigor que põe em tudo aquilo que faz e escreve, é o garante de uma colaboração de grande qualidade...”



publicado por Miguel Salazar às 00:00
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