Terça-feira, 29 de Março de 2011
(mais) um carimbo para a História...

 

 

Para que desta vez não subsistam quaisquer dúvidas nas mentes agitadas dos adeptos academistas, o ÁLB’oon mostra (e seria em primeira mão, não fosse a fuga para o blogue D.Afonso Henriques) o passaporte do Vitória já com o carimbo de acesso ao estádio do Jamor, a 22 de Maio de 2011.

Teve este carimbo um carácter verdadeiramente libertador, uma vez que os retirou de uma guerra que não era a sua, e lhes permitirá concentrarem-se naqueles jogos de "descida e permanência", para os quais parecem ter sido mais talhados.

O carimbo em si, é verdadeiro e genuíno, disso não restem dúvidas !

Foi a sua própria equipa de futebol quem o colocou no nosso passaporte.

Dizem as más línguas que foi emitido pelo Consulado do Zaire, mas eu estou convencido que não, embora tenha o seu Certificado de Autenticidade...



Para além de se pretender acalmar estas sempre desassossegadas almas estudantis, servirá também esta informação para conhecimento dos Mouros da capital, eternamente preocupados com a sua fronteira Norte, com Portugal.

É que isto de ir jogar a terras do Magreb, tem as suas formalidades e os seus requisitos alfandegários próprios…

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 15:20
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6 comentários:
De Luís Miguel Silva a 29 de Março de 2011 às 20:08
Caro Miguel,

com todo o respeito que tenho por sí, enquanto apreciador do seu trabalho ao longo dos anos, e enquanto academista, permita-me opinar que o cartoon e o texto do Rialto apenas expelem veneno, deixando muito de lado o humor que ia caracterizando o blog.

Sinceramente, e apesar da derrota, estava à espera de uma surpresa positiva, apesar das rivalidades, mas preferiram lançar veneno à mesma velocidade com que os vossos adeptos animalescamente lançavam cadeiras do ECC para a pista...

Parabéns pela qualificação e boa sorte (que desejo mesmo) contra o estarola que se qualificar...

Abraço


De Miguel Salazar a 30 de Março de 2011 às 10:31
Meu caro Luís Miguel Silva,

Não foi o meu sentido de humor que mudou, nem tão pouco o do José Rialto. Provavelmente aquilo que mudou (e espero que apenas transitoriamente) foi a sua perspectiva de apreciação. Quando as coisas são avaliadas de uma forma apaixonada, o nosso sentido crítico sofre sempre alguma influência, sendo diminuído, do mesmo modo que diminui também a nossa tolerância.
Afirma o senhor que neste artigo se “expele veneno”. Se o senhor entende o “veneno” como causticidade e corrosividade, pois com certeza, é mesmo esse o sentido dos cartoons e dos textos humorísticos. Aquilo com que com certeza concordaria, se nos fizesse justiça, é que em nenhuma altura um ou outro fomos ofensivos. O humor pode e deve ser cáustico e até mesmo corrosivo, desde que nunca seja ofensivo. O José Rialto não me incumbiu de fazer a sua defesa, mas se se refere a qualquer termo que ele possa ter usado, devo lembrar-lhe que num texto humorístico as palavras são como os traços de uma caricatura – exageradas e desproporcionadas –, não correspondendo de modo algum a um retrato fiel da personagem ou da situação em causa.

Eu compreendo que o tema dos “carimbos” não vos seja muito caro, mas c’os diabos já passaram 25 anos. Um quarto de século !!!!
E a verdade que vocês se recusam a aceitar é a de que não foi por causa desse “caso” que a Académica desceu. A Académica desceu porque não foi competente durante o campeonato que disputou. Esse “caso” apenas serviu para tentarem desesperadamente na secretaria aquilo que não conseguiram garantir em campo. Essa é que é a realidade que vocês continuam a recusar-se a aceitar…
Depois de uma semana inteira em que de Coimbra apenas veio (aí sim, porque não se tratava de textos humorísticos) venenos e ódios destilados durante todos estes anos, queria que o cartoon e o respectivo texto falassem do quê?
Quem deu o mote não fomos nós, meu caro Luís Miguel…

O que eu já não consigo compreender, e não posso aceitar, é que o senhor estabeleça qualquer tipo de paralelismo entre aquilo que responsavelmente se faz neste blogue (onde todos são respeitados, na perspectiva humorística de que já lhe falei) e os actos de vandalismo cometidos por energúmenos que, não tenha ilusões, tanto existem entre os nossos adeptos como entre os vossos. Nunca esses actos de vandalismo foram aqui defendidos, por mim ou pelo José Rialto, pública ou privadamente, antes sendo severamente criticados sempre que as ocasiões infelizmente surgem.
Se o senhor nos conhecesse pessoalmente, a mim, ao José Rialto ou até mesmo ao Fernão Rinada, saberia que é da maior injustiça aquilo que acaba de fazer.
Esses tipos de paralelismo que estabeleceu, são injustos e inaceitáveis....

Cumprimentos


De anónimo a 30 de Março de 2011 às 18:03
Não sei se o Luis Miguel vai ler esta resposta, mas estou convencido que não assistiu ao jogo de Guimarães, relativo à primeira mão.
Se tivesse vindo não ficaria tão escandalizado com o arremesso de cadeiras, que os adeptos da Académica presentes se encarregaram de destruir.
Pois é, não é bonito ter duas bitolas de avaliação.
Por mim fico a aguardar que o LM chame energúmenos aos seus confrades briosos
Cumprimentos



De Miguel Salazar a 30 de Março de 2011 às 18:33
Meu caro, por certo concordará comigo quando eu digo que o arremesso de cadeiras é sempre errado, seja de que lado for.
Foi errado em Guimarães, como o foi em Coimbra.
É falta de civismo, é falta de bom-senso e até é de inteligência. Porque é vandalismo, porque é destruir pelo simples prazer de destruir e, se outra razão não houvesse, porque apenas prejudicam os próprios clubes que tanto juram defender.
Em boa verdade, é pura estupidez !....
Quanto ao resto, também concordo consigo: a coerência é uma coisa muito bonita, mas dá muito "trabalho" manter...


De Luís Miguel Silva a 31 de Março de 2011 às 12:04
Vi o jogo na 1ª mão e ao vivo... Deixei o meu carro particular no GuimarãeShopping, fui e vim a pé para o DAF, e jantamos junto ao Toural. No caminho cruzamo-nos imensas vezes com adeptos vitorianos onde apenas foram trocadas algumas palavras mais azedas, mas outras de fair-play, como é óbvio.

Partir cadeiras na própria casa é um problema das direcções dos clubes, pois são elas que farão pagar pelos actos dos seus sócios e adeptos. O problema está no acto de se fazer o mesmo, mas em casa alheia... Vejam o vídeo que vos deixo e deixem-me a vossa opinião:

http://www.youtube.com/v/Q9oS2YU8xTE

É perfeitamente notório que estão a partir as cadeiras propositadamente, e quer se queira, ou não, é isso que passa para a CS, em vez da excelente moldura que compôs o ECC.

Mas, infelizmente, a melhor (ou pior) imagem que tenho do arremesso de cadeiras é num célebre Vit. Guimarães-Boavista, que vos obrigou a ir jogar uns jogos a Vila do Conde (um deles com a Académica, inclusivé).


De Miguel Salazar a 31 de Março de 2011 às 13:02
Ler este seu comentário depois daquilo que escrevi em resposta ao primeiro que aqui deixou, é revelador da inutilidade que seria voltar a responder-lhe.
Se por acaso entender que isso poderia ser pertinente, bastará que releia, mas desta vez com um pouco mais de atenção, a minha resposta ao seu primeiro comentário.
Saudações desportivas...


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