Sexta-feira, 29 de Maio de 2015
Old Fox, a Velha Raposa S(á)ioux...

20150528 Paulo Cunha.png

Old Fox é de longe o mais experiente de todos os Caçadores S(á)ioux.

Há já muito tempo que perdeu a conta ao número de águias-vermelhas que conseguiu abater ao longo da sua vida. Em boa verdade, será muito difícil saber ao certo quem mais passarolas terá abatido: a Velha Raposa ou o Grande-Chefe Fernando.

Só mesmo a sua humildade e modéstia o impedem de usar todas essas penas vermelhas num cocar, antes preferindo usá-las na ornamentação das suas armas de guerra. Na cabeça, apenas uma - a mais especial de todas.

Essa experiência de guerra da Velha Raposa, será fundamental para as duas batalhas deste fim-de-semana, e o Grande-Chefe Fernando conta seguramente com o poder devastador do seu tomahawk, para levar essas batalhas de vencida...

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 14:45
"link" do artigo | o seu comentário | ver comentários (2) | favorito

Terça-feira, 26 de Maio de 2015
Black Breeze, o índio Blackfoot dos S(á)ioux...

20150526 Marcel Momplaisir.png

Black Breeze é um Blackfoot ao serviço dos S(á)ioux do Grande-Chefe Fernando.

Só à sua conta, Black Breeze já abateu 6 águias-vermelhas.

Este fim-de-semana, irá juntar mais 2 penas à sua lança-de-troféus...

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 20:56
"link" do artigo | o seu comentário | favorito

Sexta-feira, 22 de Maio de 2015
Silva(r) Arrow, o jovem índio S(á)ioux...

20150522 Zé Silva.png

O famoso Seta Prateada, um dos mais temíveis caçadores de águias-vermelhas da tribo do Grande-Chefe Fernando, era famoso pela precisão das suas flechas. Silva(r) Arrow, conhecido pelos seus irmãos-de-sangue como Silver, ou simplesmente Silva, era um terrível arqueiro.

Embora ainda jovem, este caçador S(á)ioux já ostentava cinco penas de águia-vermelha na sua cabeça, arrancadas em batalha a outras tantas águias massacradas...

O terrível Seta Prateada estava de volta às terras do Sul, para juntar mais algumas penas à sua colecção.

A águia, essa lá estava à espera, altaneira e vigilante (entenda-se petrificada pelo pânico e incontinente), lá no alto do mais alto de todos os lampiões das terras do Sul. Pobre águia... estava ela convencida que assim estaria a salvo das setas prateadas do Silva(r) Arrow...

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 23:09
"link" do artigo | o seu comentário | favorito

Quinta-feira, 21 de Maio de 2015
Rodeo em Barcelos...

20150520 Doug Wiggins.png

Não foi tarefa fácil a dos nossos Conquistadores, no passado fim de semana.

O Galo de Barcelos foi um bicho muito duro de roer.

Valeu a experiência de Lucky Luke Wiggins, o nosso herói americano dos Rodeos...

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 00:15
"link" do artigo | o seu comentário | favorito

Domingo, 10 de Maio de 2015
Um artilheiro na forja da formação Vitoriana...

20150509 Rui Areias.png

Rui Areias, ponta-de-lança com 13 golos marcados no Campeonato da Segunda Liga. O 11º da tabela dos Melhores Marcadores, e o 4º melhor português.

Mais um grande jogador, nado e criado em Guimarães, na forja da nossa formação...



publicado por Miguel Salazar às 00:54
"link" do artigo | o seu comentário | ver comentários (2) | favorito

Sábado, 21 de Março de 2015
A pena da águia...

20150315 Pena de Águia.png

CONQUISTADORES,

Depois da vossa grandiosa vitória de ontem sobre o Sampaense, esta é a pena de águia que estará em jogo na partida de hoje das meias-finais da Taça de Portugal com os Mouros do Bairro de Benfica.

Hoje tereis mais uma oportunidade de provar que, com a vossa concentração, a vossa abnegação e principalmente com a vossa superação, sereis SEMPRE capazes de vencer os Mouros do Bairro e os seus Milhões. Por mais incrível que possa parecer a alguns, a verdade é que essa vitória... está nas vossas mãos !

Façam-nos lá o favor de arrancar mais esta pena para o cocar de Fernando, o nosso Grande Chefe S(á)ioux...

A depena da águia começa hoje às 17 horas, em Fafe, no sítio do costume...



publicado por Miguel Salazar às 09:00
"link" do artigo | o seu comentário | ver comentários (2) | favorito

Sexta-feira, 20 de Março de 2015
CONCENTRAÇÃO, ABNEGAÇÃO, SUPERAÇÃO...

Fernando, Grande Chefe S(á)ioux

Fernando, é o nosso Grande-Chefe ioux, mas também podia ser um Grande-Chefe ache, yenne, yuse, Conche, Najo, nook, Move, rokee, wnee, ctaw, kfoot, ppewa ou até Moino, ... A verdade é que fosse qual fosse a sua tribo, seria SEMPRE um Grande-Chefe... e com um cada vez maior cocar.

O nosso Depenador de Águias e os seus Conquistadores irão ter amanhã mais um dos seus jogos preferidos. Mais um jogo de total concentração, abnegação e superação.

O Vitória-Benfica, a contar para as Meias-Finais da Taça de Portugal, é amanhã às 17 horas, em Fafe...

Rumo à Final !...



publicado por Miguel Salazar às 23:00
"link" do artigo | o seu comentário | ver comentários (2) | favorito

Quinta-feira, 19 de Março de 2015
Enquanto houver um Vitoriano...

...jamais lutareis sozinhos !

 

20141126 Rumo a Fafe.jpg

Hoje, quinta-feira, terão início as derradeiras batalhas para a Conquista da LXVI Taça de Portugal. O primeiro embate dos Vitorianos é apenas amanhã, mas eles já correm a caminho de Fafe, tamanha é a sua ânsia de conquista de mais um troféu.

Sexta-feira às 21 horas, estaremos frente-a-frente com os beirões do Sampaense.

Vimaranenses e Vitorianos, todos nós confiamos em Fernando Sá e nos seus Conquistadores.

Boa sorte, Campeões !  Nós estamos convosco...



publicado por Miguel Salazar às 14:00
"link" do artigo | o seu comentário | favorito

Quarta-feira, 11 de Março de 2015
Fernando, Grande-Chefe S(á)ioux...

Fernando S(á)ioux

Fernando Sá já há muito tempo se tornou numa verdadeira lenda Vitoriana.

Jamais houve, ao longo dos 92 anos de história do Vitória Sport Clube, um treinador que tivesse tido tanto sucesso como Fernando Sá. Sob a sua orientação técnica, o nosso basquetebol já se sagrou Campeão e Vice-Campeão Nacional da Proliga, já conquistou um Troféu António Pratas, já venceu 2 Taças de Portugal e já foi Vice-Campeão Nacional da Liga Profissional.

Mas, para além deste invejável palmarés, Fernando Sá parece ter vindo a especializar-se num adversário muito em particular - o seu arquirrival Benfica. Nunca antes houve algum treinador, em qualquer uma das muitas modalidades do clube, que os tivesse vencido tantas vezes. Até hoje, e enquanto vitoriano, Fernando Sá já os derrotou em 8 ocasiões, incluindo os jogos em que se sagrou vencedor do Troféu António Pratas e da última Taça de Portugal. Se a estas vitórias juntarmos ainda as que conseguiu ao serviço do FCPorto, então elas ascenderão às dezenas.

Fernando Sá é assim um verdadeiro especialista na arte de bem depenar as águias. Tantas vezes já o fez que as penas que juntou até hoje, seriam mais do que suficientes para decorar frondosamente um cocar índio americano. Tivesse Fernando Sá nascido na América do Norte, e seria seguramente um Grande-Chefe S(á)ioux...

revista Mais Guimarães

 

 

José Rialto

 

Post scriptum
Como nasceu em terras Lusas, Fernando Sá tem de se contentar em ser “apenas” um enormíssimo treinador de basquetebol – seguramente o melhor que há em Portugal...
 
(cartoon publicado no blogue Depois Falamos)


publicado por Miguel Salazar às 20:16
"link" do artigo | o seu comentário | ver comentários (4) | favorito

Quinta-feira, 5 de Março de 2015
Rumo a Santo Tirso...

Rumo a Santo Tirso

Amanhã à noite, sexta-feira dia 6, o Vitória dá início à sua participação na final a 8 da Taça de Portugal.

Allan Cocacto e os seus Conquistadores irão enfrentar o Benfica em Santo Tirso, revivendo grandes partidas entre as duas equipas.
Força rapazes !...

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 19:30
"link" do artigo | o seu comentário | favorito

E o Dragão voltou a dançar...

a Dança do Dragão Azul 

A equipa de basquetebol do Vitória segue o seu caminho, imparável rumo a Fafe, para a final a 8 da Taça de Portugal.
Primeiro foi o Guifões, e agora foi o Dragão, que voltou a dançar na ponta das lanças dos homens de Afonso.
Para os Conquistadores, o caminho para Fafe faz-se em festa, celebrando o seu sucesso com... a Dança do Dragão Azul...
 
José Rialto


publicado por Miguel Salazar às 16:45
"link" do artigo | o seu comentário | favorito

Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2015
De joelhos e tão atordoados…

20150225 Doug Silva Pavlovic Marcel Balseiro.png

No passado sábado o Vitória deu uma enorme demonstração de garra e de querer, ao vencer categoricamente uma equipa que, face ao milionário orçamento de que dispõe, tinha a obrigação de transformar o Campeonato da Liga num autêntico passeio. Quem tem aqueles 4 americanos, 1 cabo-verdiano e todos os portugueses que o dinheiro consegue comprar, tinha obrigação de fazer bem melhor. O problema é que o dinheiro não consegue comprar nem tudo nem todos. Por isso o Vitória consegue ter a equipa que tem. Mas apesar desse facto, a verdade é que com os milhões de euros de que dispõem, foram capazes de reunir um conjunto de grandes jogadores, com muita qualidade técnica, que jogam muito profissionalmente. O "único" problema é que não há dinheiro que compre aquele factor de motivação extra a que vulgarmente se chama “coração”. E é este “coração” que faz com que muitas vezes as pessoas consigam superar-se a si próprias, alcançando feitos pouco menos do que inimagináveis. Os nossos bravos Conquistadores que jogam de Afonso ao peito, são o melhor exemplo disso mesmo, e por isso são o orgulho de toda uma cidade. Quanto aos nossos adversários do passado fim de semana, eles também têm alguns jogadores assim no seu plantel, mas esses, os que jogam com o coração, não têm lugar na equipa.

Depois, dentro deste grupo de profissionais pagos pelo seu peso em ouro, existe uma sub-espécie de indivíduos cujas qualidades se limitam à sua valia técnica, e se extinguem nela.

São indivíduos que não sabem ganhar nem sabem perder, que são arrogantes nas vitórias e agressivos (ou até mesmo violentos) nas derrotas.

Indivíduos que passam jogos inteiros a provocar os adversários e os seus adeptos.

Indivíduos que após o final dos jogos se deixam ficar em campo apenas para poder dar continuidade à sua constante provocação aos adeptos adversários.

Indivíduos que beijam o emblema da camisola que vestem, não por respeito ou paixão pelo clube que lhes paga, mas apenas porque estão convencidos que assim conseguem ser ainda mais provocadores.

Indivíduos que não conseguem compreender que o motivo pelo qual são tão desprezados não tem a ver com a cor da sua pele ou da sua camisola, mas apenas com a imbecilidade do seu comportamento.

Indivíduos que são tão exuberantes na demonstração pública da sua fé, mas que não conseguem compreender que não hão-de ser os inúmeros sinais da cruz que fazem ao longo dos jogos, que comprarão a sua redenção, ou que farão deles melhores cristãos.

Indivíduos que parecem não conseguir compreender que um dia o basquetebol acaba, e que nessa altura não lhes sobrará nada que os possa valorizar para o resto das suas vidas.

Indivíduos que não conseguem aperceber-se de que quando já se tem 37 anos, o seu fim na modalidade está iminente e que, a partir dessa altura, é bem possível que a tarefa de apanha-bolas seja o único trabalho que o basquetebol tenha para lhes oferecer.

Indivíduos que não merecem o respeito de ninguém... que não merecem sequer que se pronunciem ou escrevam os seus nomes.

Se a isto tudo juntarmos ainda a sua arrogância e sobranceria, temos então motivos mais do que suficientes para sentirmos este prazer quase sádico, quando os vemos a ser esmagados e principalmente quando os vemos assim... de joelhos e tão atordoados...

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 20:23
"link" do artigo | o seu comentário | ver comentários (2) | favorito

Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2015
O regresso do traidor...

Amanhã por esta hora, o Vitória defronta a Académica de Coimbra. À frente dos estudantes virá (se entretanto não se bandear para quem lhe ofereça mais) aquele que há uns anos abandonou os Vitorianos à sua sorte. A história remonta a Abril de 2010, e conta-se em poucas palavras. Em boa verdade... numa única frase.

Desertou a meio da batalha e bandeou-se para o inimigo... a troco de 30 dinheiros. 

Se calhar, na altura convenceu-se de que as carreiras se faziam apenas de ascensões. Agora, 5 anos depois e já em pleno declínio, o destino obriga-o a encarar de novo aqueles que abandonouTalvez por isso venha vestido de negro. E apesar de vir com a cabeça descoberta, sabemos bem que o seu boné cor-de-laranja continua por lá. Nunca conseguiu livrar-se dele e jamais conseguiráÉ uma coisa quase genética.

Agora vamos enfrentá-lo e, para isso, nem sequer iremos precisar da ajuda da espada d’El-Rei. Bastar-nos-á um simples escudo para proteger as costas. A verdade é que, com gente desta, só temos mesmo de nos preocupar com as nossas costas...

 

José RialtoPaulo Sérgio, o Gollum

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(a estátua que os Vitorianos lhe poderiam ter dedicado)



publicado por Miguel Salazar às 18:00
"link" do artigo | o seu comentário | favorito

Terça-feira, 13 de Janeiro de 2015
o General Rui Vitória...

o General Rui Vitória

 

 

 

 

A convite da Editora TopBooks, Rui Vitória escreveu e lançou muito recentemente "A Arte da Guerra para Treinadores", numa versão muito pessoal do clássico "A Arte da Guerra", do General chinês Sun Tzu (escrita há mais de 2500 anos).

Aquilo que Rui Vitória escreveu neste livro é muito mais do que um simples manual sobre estratégia para treinadores de futebol. A sua versão de ”A Arte da Guerra” é um verdadeiro tratado sobre liderança, transversal a todas as relações laborais.

O que do meu ponto de vista é mais curioso nesta obra é que, apesar de nunca ter tido qualquer experiência de vida militar, Rui Vitória não deixa de basear a sua estratégia em princípios e conceitos que são muito caros à instituição castrense.

Estou a referir-me a aspectos como a distância relativa que o líder deve manter em relação aos seus subordinados, o estabelecimento de uma hierarquia vertical dentro do grupo e a obrigatoriedade de utilização dessa hierarquia no contacto com os subalternos. Mas também me estou a referir a alguns dos instrumentos que utiliza na preparação dos seus homens, como a penalização colectiva em consequência do erro individual, e que é uma forma extremamente eficaz de estimular e desenvolver aquilo que, em termos militares, se designa por “espírito de corpo”. Curiosamente, até um dos seus lemas predilectos – “quem treina muito bem irá ter um bom jogo” –, é em tudo semelhante ao da antiga Escola de Tropas Aero-Transportadas –  “Instrução dura, combate fácil”.

Com esta obra, de leitura fácil e aprazível, Rui Vitória mostra também um lado que ainda não lhe conhecíamos. O seu lado mais humanista, com uma abordagem muito mais abrangente, e que se preocupa com o jogador de futebol no seu todo. Rui Vitória demonstra à saciedade, os fundamentos da sua estratégia, em que nada é deixado ao acaso, e em que tudo é preparado ao mais ínfimo pormenor, para que o factor surpresa seja reduzido à sua mínima expressão.

Rui Vitória alicerça todas as suas decisões no conhecimento profundo da realidade do seu grupo, do seu inimigo e das circunstâncias que envolvem ambos.

Para os vitorianos, ler “A Arte da Guerra para Treinadores”, há-de ser a constatação de que à frente das suas tropas está um verdadeiro General. Assim foi para mim, e estou certo de que assim há-de ser para todos os vitorianos.

Estátua de Sun Tzu, em Yurihama (Japão)

 

Estátua de Sun Tzu, em Yurihama (Japão)

Quanto aos treinadores a quem o livro se destina, esses terão a rara oportunidade de aprender com quem tem alguma coisa para lhes ensinar, e a generosidade suficiente para não se importar de o fazer. Mas em relação àqueles para quem este livro teria certamente a maior utilidade ("vocês sabem do que é que eu estou a falar"), ele há-de ser apenas um drama, um enorme drama. O drama de a mensagem de Rui Vitória lhes soar exactamente do mesmo modo que lhes soaria a versão original, não traduzida, de Sun Tzu...

 

José Rialto

 

 

(estátua de Sun Tzu em Yurihama, Tottori, Japão)

voltar à revista MAIS GUIMARÃES



publicado por Miguel Salazar às 17:33
"link" do artigo | o seu comentário | favorito

Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2015
Hat Trick, a nova bola da Adidas...

André André

E como não há duas sem três, a Adidas acaba de lançar o seu terceiro modelo de bola de futebol para a época de 2014/2015.

Depois da Brazuca e da Conext 15, a marca alemã lança agora a Hat Trick.

Desenhada por André André, coube também ao jogador vitoriano a honra de a apresentar, com pompa e circunstância, no jogo deste Domingo em Guimarães, contra o Nacional da Madeira...

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 00:11
"link" do artigo | o seu comentário | favorito

Sexta-feira, 26 de Dezembro de 2014
O outro lado do Pai Natal...

Na noite da véspera de Natal, confortavelmente sentado na minha poltrona em frente à lareira, acabei por me deixar adormecer. Não sei se foi do calor reconfortante da lareira e do efeito hipnotizador das suas chamas, se foi do conforto da poltrona, ou simplesmente do cansaço acumulado. Facto, facto é que adormeci mesmo... e sonhei...

Rui Vitória estava inconsolável, de braços abertos, virado para Júlio Mendes... vestido de Pai Natal. O nosso treinador nem queria acreditar naquilo que viam os seus olhos. O plantel estava a ser desmantelado outra vez. Uma vez mais. Alguns dos seus melhores jogadores já estavam dentro do saco de prendas do Pai Natal, e a direcção que levavam não era a do seu sapatinho...

– Não estou a perceber… Mas afinal, o Pai Natal dá ou tira?

– Vamos ver, eu para poder dar as minhas prendas, tenho de as ir buscar a algum lado, não?

– E vai tirar-me esses jogadores todos?

– Vamos ver... Para já levo estes, mas depois venho buscar mais.

Rui Vitória estava cada vez mais desesperado. E o Pai Natal, na sua infinita generosidade, resolveu consolá-lo...

– Vamos ver, Mister, não desespere. Se quiser, também o levo a si na próxima remessa.

– Levar-me embora, Presidente? Mas eu ainda gostava...

– Deixe-se lá de sentimentalismos, homem. Aproveite que eu já disse que não lhe quero cortar as pernas.

De repente (que nesta coisa de sonhos e pesadelos, tudo acontece muito de repente) já estavam todos dentro do saco do Pai Natal (o treinador e o próprio Presidente incluídos).

O Outro lado do Pai Natal...

Com um sorriso quase maquiavélico, Júlio Mendes (o que estava vestido de Pai Natal) ainda disse entredentes...

– Levo-o a si... e eu aproveito e também vou. Vamos ver... se calhar já nem preciso de passar pela Liga. É isso! Vou oferecer-me directamente à Federação. Vai ser uma prenda extraordinária.

Rui Vitória não ouviu por certo estas últimas palavras, pouco mais do que ciciadas, mas eu senti-as como facas que se espetavam nas minhas costas. As gargalhadas de Júlio Mendes, sinistras, ainda ecoavam na minha cabeça, mas ironicamente foram também elas que me arrancaram deste terrível pesadelo e me trouxeram de volta à poltrona da minha sala e ao calor da minha lareira. As gargalhadas que agora ouvia eram muito mais reconfortantes. “Ho, ho, ho”... O Pai Natal, o legítimo, tinha acabado de entrar na minha sala. E desta versão mais tradicional do Pai Natal, gostava eu. Este só vinha mesmo entregar presentes. Não vinha tirar nada a ninguém...

 

José Rialto

 (este cartoon foi desenhado para o sítio da Associação Vitória Sempre)



publicado por Miguel Salazar às 20:11
"link" do artigo | o seu comentário | favorito

Sábado, 6 de Dezembro de 2014
Diamante Negro, Alvi-Negro ou Robbialac ?...

Jonathan Álvez

No Uruguai, terra que o viu nascer, Jonathan Álvez sempre foi o Diamante Negro.

Com a sua chegada a Guimarães, podia ter passado a ser branco e negro, pois não faltariam razões para isso. O princípio da igualdade de tratamento já remonta às origens do Vitória, e faz mesmo parte dos estatutos da fundação do clube - nunca fazer distinção entre brancos e negros, ou com quaisquer outras raças. Essa é a razão de ser das cores do nosso clube, e também o motivo pelo qual Jonathan Álvez poderia muito bem ter passado a ser o Diamante Alvi-Negro.

Mas fosse ele negro ou alvi-negro, a verdade é que isso seria apenas uma característica de si próprio, porque em relação aos seus adversários, Álvez pinta-os com as mais diversas cores. Deixa-os azuis com a falta de ar, amarelos de tão mal-dispostos, verdes de inveja, vermelhos com tamanha irritação e a estes últimos, os Moreirenses, a esses pintou-os de roxo, enregelados que ficaram com um golo marcado já nos minutos finais da partida. Enfim, é caso para dizer que lhes faz a vida negra ou que, no mínimo, os deixa brancos com os sustos que lhes prega.

20141206 Mais Guimarães

 

No início, o homem era apenas negro. Depois, podia ter passado a ser também branco. Mas com o tempo vai precisar de ter tantas cores para pintar os seus adversários, que mais há-de parecer um catálogo da Robbialac.

E é por isso que mais-dia-menos-dia há-de passar a ser conhecido pelo... Diamante Robbialac...

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 13:58
"link" do artigo | o seu comentário | favorito

Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2014
o Sambódromo...

Algures no enclave Marroquino do Lado-de-lá-da-Morreira...

Algures no enclave Marroquino do Lado-de-lá-da-Morreira...

 

 (este cartoon foi desenhado para o sítio da Associação Vitória Sempre)

 



publicado por Miguel Salazar às 17:00
"link" do artigo | o seu comentário | favorito

Sexta-feira, 21 de Novembro de 2014
ALL MONEY versus ALL HEART...
Esta noite tive um sonho...
Poderia muito bem ter sido mais um pesadelo, mas a verdade é que desde que o Milo deixou de nos enfernizar a vida, nunca mais os voltei a ter; por falar nisso, em que pé estará aquela história da investigação "levada a cabo" pela actual Direcção ?

20141121 o Haka.png

Mas, voltando ao meu sonho, ele passava-se no pavilhão da Luz. O ambiente era infernal, com mais de 50 pessoas nas bancadas (incluindo polícias e seguranças). Os nossos Conquistadores aprestavam-se para enfrentar os Mouros do Bairro de Benfica. Parecia mesmo um daqueles escaldantes jogos de râguebi entre a Austrália e os ALL BLACK da Nova Zelândia.
Deve ter sido essa associação de ideias que fez com que o cenário do meu sonho mudasse por completo.
Subitamente, em campo já não eram mais os Mouros do Bairro de um lado e os nossos Conquistadores do outro. Eram os ALL MONEY e os ALL HEART. Não sei exactamente porquê, mas a verdade é que era assim mesmo... os ALL MONEY contra os nossos ALL HEART.
O tempo estava quente, mas apesar disso, o treinador dos ALL MONEY tremia como varas verdes. Se calhar nem era o frio que o fazia tremer. Afinal, do outro lado estava o maior de todos os seus pesadelos - Fernando Sá. Os jogadores que vestiam de escarlate, com um enorme euro dourado no peito, bem, esses estavam extasiados, quase tresloucados. Com os olhos injectados de sangue e as línguas fora da boca, os ALL MONEY faziam um Haka à maneira dos ALL BLACK. Na realidade não seria bem bem à maneira dos ALL BLACK... Esta espécie de Haka dos ALL MONEY parecia mais uma coreografia inspirada naquela dança esquisita que o seu treinador tinha feito um dia no Dragão-Caixa, há uns anos atrás, na comemoração da conquista de um Campeonato (ver vídeo mais abaixo). Da algaraviada ininteligível que gritavam, a única coisa que era um pouco mais perceptível eram os finais de cada frase. Como era em língua aborígene, não se fazia a mais pequena ideia daquilo que estariam a dizer, mas soava mais ou menos assim:
- A-PA-NI-KO-É-LÉ-PO-TÉ-KA-NA-KO-LI-NU-KU... BRRRRRRRRR... É-LÉ-TA-NA-KA-PO-KI-NO-XÉ-TÉ-NU-KU... BRRRRRRRRRR
Podia não ser um Haka como o dos ALL BLACK, podia nem sequer ser muito aterrador, mas a verdade é que pelo menos estavam todos muito certinhos. Valha-lhes isso...
Do outro lado estavam os ALL HEART, muito mais discretos e confiantes, com o semblante de quem sabia muito bem aquilo que ali estava a fazer.
E era assim: enquanto uns faziam aquela espécie de Haka, os outros anunciavam ao Mundo que iriam lutar "pela Cidade-Berço". E o grito que deram foi tão alto, que tanto os ALL MONEY como a multidão de 50 (polícias e seguranças incluídos) se calaram, fazendo-se um silêncio sepulcral no pavilhão. Mas o pior nem foi isso. O pior foi o facto desse grito ter acabado por me arrancar do meu sonho. Fiquei desolado, sem saber afinal quem conseguiu vencer o jogo. Mas desconfio que entre uns que se chamavam "ALL MONEY" e outros que eram reconhecidos por serem os "ALL HEART", não haveria (como não haverá) grandes dúvidas...
Aqueles que jogam com maior paixão e coração, acabarão por conseguir o triunfo final. E ainda que, se por algum capricho do destino tal não vier a ser possível, hei-de ficar orgulhoso da mesma forma, pois sei bem que, sejam quais forem as circunstâncias, hão-de sempre deixar a pele em campo a tentar vencer o jogo.
E esse, meus senhores, esse é que é o maior orgulho de todos os Vitorianos...
 
José Rialto
 
Aos 45" deste vídeo, poderá ver
a dança que inspirou o Haka dos ALL-MONEY...



publicado por Miguel Salazar às 21:08
"link" do artigo | o seu comentário | ver comentários (7) | favorito

Quinta-feira, 20 de Novembro de 2014
A camisola de Rafael Crivellaro...

20141119 Crivellaro.png

A cada jogo que passa, a camisola de Rafael Crivellaro vai-lhe ficando cada vez mais pequenina. Já é pouco mais do que um "top". Se Rui Vitória não se apressar a chamar o médio brasileiro, ainda se arrisca a perdê-lo para a equipa de "chearleaders"...

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 19:00
"link" do artigo | o seu comentário | favorito

Sábado, 8 de Novembro de 2014
"Que seja infinito enquanto dure"...

20141107 Líderes.jpg

Poderá não durar sempre.

Poderá durar pouco tempo.

Poderá mesmo durar apenas 44 horas.

Mas, como escreveu Vinicius de Moraes... "que seja infinito enquanto dure"...



publicado por Miguel Salazar às 18:46
"link" do artigo | o seu comentário | favorito

Quinta-feira, 6 de Novembro de 2014
Uma corrida muito peculiar...

20141106 Corrida peculiar.png

Já lá dizia George Orwell, na sua fábula Animal Farm, publicada em 1945...

"All animals are equal... but some animals are more equal than others"

 



publicado por Miguel Salazar às 23:03
"link" do artigo | o seu comentário | favorito

Quinta-feira, 30 de Outubro de 2014
Para que a História não se repita...

20141030 o Rei (de) Leão.jpg

 

 
 
É bem conhecido o episódio de Egas Moniz durante o cerco que o Rei de Leão montou a Guimarães, pouco tempo depois da Batalha de São Mamede. Atormentado com a perspectiva das agruras e da fome que seguramente iriam surgir com a manutenção desse cerco, o Aio de Dom Afonso Henriques resolveu fazer, à rebelia do seu Senhor, um acordo com o Rei de Leão. A promessa de Egas Moniz, que garantia a Afonso VII a vassalagem do seu primo, foi argumento suficiente para que o Leonês levantasse o cerco e regressasse à sua Corte em Toledo. O resto da história conta-se em poucas palavras.
Confrontado com a ira de Afonso Henriques quando soube do sucedido, e vendo que o seu Senhor não iria cumprir a promessa que tinha feito ao Rei de Leão, Egas Moniz tinha de fazer alguma coisa para tentar manter a sua dignidade. Decidiu então dirigir-se a Toledo para oferecer a sua vida, conjuntamente com a da sua mulher e a dos seus dois filhos, como única forma de recuperar a sua honra.
Pois bem, a memória desse episódio ainda se mantém bem viva na cabeça de Afonso, mesmo quase 9 séculos depois dele ter acontecido. Quando Domitílio, vigilante do alto da torre de menagem do castelo, alertava para a chegada do Rei Leão, Afonso compreendeu mal as suas palavras. Pensando estar novamente perante o Rei DE Leão, temeu que essas memórias antigas pudessem assaltar também o seu velho Aio. E assim sendo, não era tempo de repetir erros do passado...
- O Rei de Leão ??  Rápido, prendam o Egas !...
 
José Rialto


publicado por Miguel Salazar às 23:53
"link" do artigo | o seu comentário | favorito

Quarta-feira, 29 de Outubro de 2014
o Corredor Invisível...

A visão da realidade...

O Vitória é actualmente o 3º classificado da Liga, à frente do Sporting, a escassos 2 pontos do líder Benfica e apenas a 1 do FCPorto. Pois bem (mal), esse facto é literalmente ignorado por tudo quanto é pasquim desportivo. Todos eles vão divagando como se a discussão da liderança fosse hoje-em-dia uma questão a 3 (estarolas).

As tendências clubísticas de cada um desses pasquins são distintas e por demais conhecidas de toda a gente, mas apesar dessas diferenças, há algumas características que os unem: a mediocridade, e o desprezo pela verdade desportiva, pela equidade de tratamento e afinal pelo Desporto em geral. Não é de hoje. Sempre assim foi. É o nosso triste fado de ter tantos pasquins e não ter um único verdadeiro jornal desportivo digno desse nome.

Nas televisões, a falta de nível jornalístico é exactamente a mesma, tal como são os mesmos, a mediocridade e o desprezo pelos valores supostamente aprendidos durante a sua formação jornalística. O Vitória imiscui-se na luta pela liderança, jogando actualmente com 6-7 jogadores nacionais na sua equipa principal, sendo uma grande parte deles oriunda da nossa formação e quase todos da equipa B. O Benfica joga com apenas 1 jogador português e o FCPorto quase sempre sem nenhum. Pois apesar disso, ainda há bem pouco tempo se viu na televisão um programa sobre a formação no futebol, em que conseguiram estar a falar quase duas horas apenas dos três estarolas, não dispensando uma palavra que fosse ao clube que, a par do Sporting, melhor trabalha nesse aspecto – o Vitória. Mas quando o Benfica, por uma única vez e numa partida menos exigente, utilizou meia dúzia de jogadores nacionais, logo esse facto serviu para se encherem capas de jornais e dezenas de páginas interiores, tecendo-se os maiores encómios à alegadamente renascida formação Benfiquista. Como se por ventura uma andorinha fosse capaz de fazer a Primavera.

A luta é inglória, e é lamentável que no Vitória, a única voz que se faz ouvir seja a do treinador. Em primeira instância não era a ele que deveria competir a defesa do clube.

Mas ainda voltando à questão da liderança do campeonato, a verdade é só uma... para toda a Comunicação Social, os 3 estarolas continuarão a ser os únicos a correr nessa luta.

A visão dos pasquineiros...

Por mais imiscuído que esteja o Vitória, para eles e para o Sistema, haveremos de continuar a ser... o Corredor Invisível. E se o tempo não se encarregar de nos afastar dessa luta, há-de ser o Sistema a fazê-lo. Afinal, para que servem as Comissões de Arbitragem e de Disciplina, senão para isso mesmo?...

 

José Rialtoblogue DEPOIS FALAMOS

 

 

 



publicado por Miguel Salazar às 01:36
"link" do artigo | o seu comentário | ver comentários (1) | favorito

Quinta-feira, 23 de Outubro de 2014
Mais um Calimero...

20141023 Calimero.jpg

Choramingos (como alguém já lhe chamou tão apropriadamente) resolveu vestir a sua pele de Calimero, enfiar a casca d’ovo na cabeça e fazer o seu papel de desgraçadinho.

É um papel que ele conhece muito bem, já desde os seus tempos de jogador. E a verdade é que o faz com particular mestria.

Aquilo que ele não é capaz de disfarçar é a terrível tremideira que, essa sim, o aflige e transtorna realmente...

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 22:38
"link" do artigo | o seu comentário | favorito

Sexta-feira, 10 de Outubro de 2014
a Dança do Dragão Azul…

Há qualquer coisa de fantástico a crescer todos os dias no seio do Vitória.

Vem esta constatação a propósito das recentes declarações, desassombradas e até um pouco temerárias, de Pedro Guerreiro, Presidente da Secção de Basquetebol do clube, ao assumir-se claramente como candidato a Campeão Nacional.

Não é um discurso novo. Já o conhecíamos há muito tempo da boca do seu treinador Fernando Sá. A novidade é agora ele vir da própria estrutura associativa. Claro que estamos a falar de um discurso e de uma postura que surgem de uma forma muito natural, como corolário de um processo de desenvolvimento de toda a secção. Germinou com muito trabalho, sério e honesto, nasceu com os primeiros grandes títulos nacionais, e cresce agora com a tomada de consciência da grandeza do clube, das suas potencialidades ímpares e com a assunção de um discurso arrojado, ambicioso e até um pouco arrogante. Esperemos agora que este estado espírito contagie as restantes modalidades do clube. Em boa verdade, a grande parte delas apenas lhes falta a tomada de consciência e a assunção das responsabilidades. Trabalho sério e grandes títulos já conquistados são coisas muito familiares a modalidades como o futebol, voleibol, futebol de praia, boxe, kickboxing, pólo aquático, natação e judo. As (poucas) modalidades restantes poderão ainda não ter grandes títulos conquistados, mas estou certo que o trabalho igualmente sério que desenvolvem diariamente, a eles as levarão muito em breve.

A mais recente conquista da Azeméis Basketball Cup assume uma particular importância por três motivos essenciais: porque é um título alcançado logo na primeira competição da temporada, porque é obtido à custa de um dos mais poderosos adversários da modalidade (uma equipa do FCPorto), mas principalmente porque surge logo após as declarações do Presidente da secção. Com esta vitória, a equipa provou estar à altura do repto lançado por Pedro Guerreiro, demonstrando claramente que a sua ambição não é menor que a do seu Presidente.

 

Dirão os mais cépticos que as declarações de Pedro Guerreiro poderão ter sido algo temerárias, mas a verdade é que nada de grande se conquista se a ambição subjacente não for ainda maior.

A época vai no início, é certo, mas os estragos já começaram a ser feitos. Para já, com Afonso à frente das suas tropas, foi o Dragão Azul quem dançou na ponta das lanças dos nossos Conquistadores…

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 15:52
"link" do artigo | o seu comentário | ver comentários (18) | favorito

Quinta-feira, 9 de Outubro de 2014
A perspectiva aérea de uma águia...

A 12 de Fevereiro de 1982, o Vitória recebeu e venceu o Benfica por 1-0, em jogo da 19ª jornada do Campeonato Nacional da 1ª Divisão.

A narrativa que a seguir se reproduz, foi escrita pelo jornalista Aurélio Márcio, no então trissemanário desportivo A Bola, a respeito de uma oportunidade de golo dos benfiquistas.

Quase parecia a tristemente célebre "bala mágica" que a Comissão Warren descreveu no seu relatório de investigação, para explicar o assassinato do Presidente norte-americano John Fitzgerald Kennedy.

Quanto ao cartoon, este, muito mais do que apenas a vista aérea da jogada em questão, é a visão aérea desta águia do jornalismo desportivo da altura.

Não perca o leitor a oportunidade de ler também aquilo que o meu amigo César Machado escreveu a este respeito na sua página do Facebook (ler aqui)...

 

José Rialto

 

(o recorte desta edição do jornal A Bola pertence a César Machado)



publicado por Miguel Salazar às 15:43
"link" do artigo | o seu comentário | favorito

Domingo, 28 de Setembro de 2014
GLUP... GLUP...

Afundou-se a equipa e afundou-se também o meu comentário...

(sexta-feira há-de correr melhor, seguramente...)



publicado por Miguel Salazar às 22:42
"link" do artigo | o seu comentário | favorito

Sexta-feira, 26 de Setembro de 2014
Não há nada que os pare !...

Os Conquistadores já estão em marcha triunfal para a Madeira. Subaquática, é verdade, mas ainda assim triunfal.

Egas, Cornélio e Domitílio cantam em uníssono...

 

            Nós so-mos Con-quis-ta-dores

         A ca-mi-nho da Ma-dei-ra

         O Ma-rí-timo vamos man-dar

         Bem pa-r'ó fun-do do mar

 

De Afonso e Atílio, apenas se ouvem "glups", como aqueles que se ouviram ao Dragão há uma semana atrás...

Não há nada que consiga deter a marcha de Afonso, Egas e dos Irmãos D’Aldão.

Nem sequer o Oceano Atlântico!...

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 22:38
"link" do artigo | o seu comentário | favorito

Sábado, 20 de Setembro de 2014
o Ouriço-Cacheiro...


publicado por Miguel Salazar às 00:20
"link" do artigo | o seu comentário | favorito


procurar cartoons
procurar por nome/palavra
 
desenhos mais recentes

Bongani Zungu...

Em busca da segunda chave...

A primeira das duas chave...

O homem-forte, o menino b...

Dragão d'Ouro...

Janeiro, o mês do nosso m...

Show de bola no Sambódrom...

Retrato de uma Família mu...

A marca indelével de Manu...

Um furacão chamado Rui, n...

arquivo de desenhos
tudo sobre
tudo sobre
para explorar o blogue
acerca de nós
visitas nas últimas 24h

visitas acumuladas

páginas visualizadas