Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2017
David e Golias...

20170127 Augusto Inácio.png

 

O gigante Golias já tinha,

A certeza d' ir à final.

Mas com três pedradas na pinha,

Teve d' ir, foi pr' ó hospital.

 

Em Moreira já repicam os sinos, 

E a David se pede apenas um pouco mais:

Dar uma valente coça aos marroquinos,

E trazer a taça para Guimarães.

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 18:32
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Sábado, 23 de Julho de 2016
Um abraço lusitano desde o Berço da Nação...

20160708 José Mendes.png

 

José João Pimenta Costa Mendes nasceu em Guimarães, a 24 de Abril de 1985. Foi o primeiro ciclista português a participar no Campeonato do Mundo de Ciclismo Universitário (2006), numa altura em que frequentava, no polo de Guimarães, o Curso Superior de Engenharia Electrónica e de Computadores da Universidade do Minho.

Foi Campeão Nacional de Contra-Relógio como júnior e cadete, e Campeão Nacional de estrada como cadete.

Venceu a XVI Volta às Terras de Santa Maria “Troféu Fernando Mendes”. Em 2007, venceu a 15ª Volta a Portugal do Futuro e ficou em 2º lugar no 1º Prémio do Ciclismo do Minho e Alto Douro. A partir de 2008, e já como ciclista profissional, foi 3º classificado no 28º Grande Prémio do Minho, foi 6º no Campeonato Nacional de Élites (2012), e obteve posições consecutivamente muito honrosas nos contra-relógios individuais das várias edições desses Campeonatos (7º em 2008, 3º em 2009, 4º em 2010, 5º em 2012, 3º em 2015 e 2º em 2016).

Em 2015, venceu a 1ª etapa do Giro del Trentino (viria a ser 6º na Geral Individual), foi 5º no Critérium International e 5º na Coppa Bernocchi. Em 2016, foi 6º na Geral Individual do Tour da Noruega e foi Campeão Nacional de Portugal.

Ao longo da sua carreira, José Mendes representou as equipas da União Ciclista de Vila do Conde, do Benfica, da Liberty Seguros, da LA/Antarte/Rota dos Móveis, do CCC/Polsat (Polónia), da LA/Antarte e do NetApp/Endura (Alemanha). Actualmente, José Mendes representa os alemães do Bora-Argon 18.

Já representou a Selecção Nacional, em diversas ocasiões.

Foi seleccionado para participar nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro (2016).

José Mendes foi Embaixador da Cidade Europeia do Desporto, Guimarães'2013...

 

Fernão Rinada

 

homenagem_jose_mendes_9311_1_690_2000.jpg

(caricatura oferecida ao atleta no Salão Nobre da Câmara Municipal de Guimarães, esta noite)

 



publicado por Miguel Salazar às 23:55
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Sexta-feira, 22 de Julho de 2016
Glórias Desportivas (22) - José Mendes...

 

20160708 José Mendes.jpg

 

José João Pimenta Costa Mendes nasceu em Guimarães, a 24 de Abril de 1985. Foi o primeiro ciclista português a participar no Campeonato do Mundo de Ciclismo Universitário (2006), numa altura em que frequentava, no polo de Guimarães, o Curso Superior de Engenharia Electrónica e de Computadores da Universidade do Minho.

Foi Campeão Nacional de Contra-Relógio como júnior e cadete, e Campeão Nacional de estrada como cadete.

Venceu a XVI Volta às Terras de Santa Maria “Troféu Fernando Mendes”. Em 2007, venceu a 15ª Volta a Portugal do Futuro e ficou em 2º lugar no 1º Prémio do Ciclismo do Minho e Alto Douro. A partir de 2008, e já como ciclista profissional, foi 3º classificado no 28º Grande Prémio do Minho, foi 6º no Campeonato Nacional de Élites (2012), e obteve posições consecutivamente muito honrosas nos contra-relógios individuais das várias edições desses Campeonatos (7º em 2008, 3º em 2009, 4º em 2010, 5º em 2012, 3º em 2015 e 2º em 2016).

Em 2015, venceu a 1ª etapa do Giro del Trentino (viria a ser 6º na Geral Individual), foi 5º no Critérium International e 5º na Coppa Bernocchi. Em 2016, foi 6º na Geral Individual do Tour da Noruega e foi Campeão Nacional de Portugal.

Ao longo da sua carreira, José Mendes representou as equipas da União Ciclista de Vila do Conde, do Benfica, da Liberty Seguros, da LA/Antarte/Rota dos Móveis, do CCC/Polsat(Polónia), da LA/Antarte e do NetApp/Endura (Alemanha). Actualmente, José Mendesrepresenta os alemães do Bora-Argon 18.

Já representou a Selecção Nacional, em diversas ocasiões.

Foi seleccionado para participar nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro (2016).

José Mendes foi Embaixador da Cidade Europeia do Desporto, Guimarães'2013...

 

Fernão Rinada

 



publicado por Miguel Salazar às 17:09
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Quarta-feira, 6 de Julho de 2016
Dulce e Ribas no Calçadão de Copacabana...

 

20160629 Dulce e Ribas 2.jpg

 

Ana Dulce Ferreira Félix nasceu em Guimarães, a 23 de Outubro de 1982. Iniciou-se no atletismo aos 12 anos, na Associação Cultural e Recreativa de Conde. Depois dos 17, passou pelo Vizela, pelo Sporting de Braga e pelo Maratona, até chegar ao Benfica em 2014.

Em pista e em 10.000m, Dulce foi Campeã Europeia em Helsínquia (2012) e Vice-Campeã em Amesterdão (2016). Foi Campeã Nacional dos 10.000m (2007) e bi-Campeã Nacional dos 5.000m (2010 e 2011),

Em pista coberta foi Campeã Nacional dos 1.500 e dos 3.000m (2010).

Em estrada, foi duas vezes Medalha de Ouro na Taça dos Clubes Campeões Europeus (2010 e 2011) e bi-Campeã Nacional de Estrada (2010 e 2011).

Em corta-mato, foi duas vezes vice-Campeã Europeia (2011 e 2012), duas vezes Medalha de Bronze em Europeus (2010 e 2013), e penta-Campeã Nacional (2010 a 2014).

Por equipas, foi bi-Campeã Europeia (2009 e 2010), e Medalha de Bronze no Mundial de 2009. Foi Medalha de Prata na Taça dos Clubes Campeões Europeus (2011), e é actualmente tetra-Campeã Nacional.

Dulce Félix foi Embaixadora da Cidade Europeia do Desporto, Guimarães’2013.

 

Ricardo Domingos Pires Ribas nasceu em Miranda do Douro, a 8 de Outubro de 1977. Iniciou a sua carreira de atletismo no Ginásio Clube de Bragança. Defendeu as cores do Maratona durante 9 temporadas, passou pela equipa da Skoda nos dois anos seguintes, e voltou para o Maratona para mais 3 épocas. Passou pela Conforlimpa e voltou ao Maratona para mais 2 temporadas. Em 2012/2013, assinou pelo Benfica.

Foi Campeão Nacional em pista, nos 5.000m (2002) e nos 10.000m (2012). Campeão Nacional de Corta-Mato (2005), 3 vezes Campeão Nacional de Corta-Mato curto (2006, 2013 e 2014), bi-Campeão Nacional de Corta-Mato longo (2013 e 2014), e bi-Campeão Nacional de estrada (2013 e 2014).

Foi Vice-Campeão Europeu de Corta-Mato por equipas (2006), 2 vezes medalha de bronze nos Campeonatos Europeus de Corta-Mato por equipas (2003 e 2007) e medalha de bronze nos Jogos da Lusofonia (2009).

Ricardo Ribas representou a Selecção Nacional em múltiplas ocasiões.

 

Dulce Félix e Ricardo Ribas vão representar Portugal na prova da Maratona das Olimpíadas do Rio de Janeiro’2016.

Ambos foram merecedores de uma homenagem pública, que teve lugar na 7ª Gala do Desporto de Guimarães...

 

20160703 Dulce e Ribas.jpg

(caricatura oferecida aos atletas na 7ª Gala do Desporto, Guimarães 2016)



publicado por Miguel Salazar às 19:45
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Quinta-feira, 10 de Março de 2016
Douglas de Jesus, o Muralha..

20160310 Douglas de Jesus.png

A conquista da Taça de Portugal na época 2012/2013, foi uma vitória que teve tanto de épica como de justa e merecida. Foi um troféu conquistado ao Benfica com muita bravura, graças ao esforço de um enorme número de jogadores, treinadores e técnicos de futebol.

Mas se tivéssemos de escolher um em particular, esse teria mesmo de ser o guarda-redes Douglas.

Douglas Renato de Jesus esteve sempre na base da conquista de cada uma das eliminatórias, e conseguiu mesmo ter um papel absolutamente preponderante em duas delas, ao defender vários pontapés da marca de grande penalidade, nos desempates de Setúbal e do Funchal (contra o Marítimo).

Numa altura em que o jovem João Miguel Silva vai conquistando, por direito próprio, o seu lugar na principal equipa dos Conquistadores de Guimarães, é da mais elementar justiça relembrar a brilhante carreira deste brasileiro que já muito fez por todos nós vitorianos. Com 33 anos de idade ontem cumpridos, o Muralha tem ainda muito para dar ao nosso clube. Assim a nossa Direcção saiba reconhecer-lhe o mérito de tudo o que já fez, bem como do muito que ainda poderá continuar a fazer...

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 23:12
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Domingo, 3 de Janeiro de 2016
Carlos Xistra renovou, jogou... e facturou...

20160103 Carlos Xistra.png

Carlos Xistra renovou com o Sport Lisboa e Benfica, e já jogou este Domingo, no estádio Dom Afonso Henriques, contra o Vitória Sport Clube.

Jogou... e facturou...

Como habitualmente, Xistra jogou com a camisola nº 12 pois, ao contrário da maioria das restantes equipas, o público benfiquista é apenas o 15º jogador. É que, na equipa da Luz, para além da camisola 12, as 13 e 14 também já têm o seu dono...

 

POST SCRIPTUM: Ao que já se pode ver pela camisola de Xistra, a Fly Emirates também já não é mais o patrocinador principal do clube...

 

(caricatura publicada no blogue Depois Falamos)



publicado por Miguel Salazar às 22:59
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Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2015
Luís Esteves...

Luís Esteves

 

 

 

 

 

 

 

Luís Miguel Mesquita Esteves nasceu em Guimarães, a 31 de Dezembro de 1975.

Como guarda-redes, Luís Esteves defendeu as cores (e as redes) de Vitória, Vizela, Pevidém, Trofense, Vila Meã, Águias de São Romão e Gonça.

Mas foi como Treinador de Guarda-Redes que se notabilizou... mundialmente.

É licenciado em Educação Física, tem dois Mestrados (em Ensino de Educação Física e em Ciências do Desporto) e um Doutoramento em curso (em Ciências do Desporto no Treino de Guarda-Redes, pela Universidade de Vigo). É provavelmente o único português a ter o Curso da UEFA de Treinadores de Guarda-Redes (ministrado pela SFA - Scottish Football Association).

O Prof Luís Esteves começou por treinar os guarda-redes da formação do Vitória, entre 2004 e 2007. Em 2007/2008 trabalhou no Al-Salmiya (Koweit). Voltou então ao Vitória, para assumir a função de Coordenador dos Treinadores de Guarda-Redes de toda a formação, até à época de 2009/2010. Entre 2010 e 2012 foi Formador Técnico da Real Federación Española de Fútbol, acumulando essas funções com as de Treinador de Guarda-Redes, sucessivamente nos Sauditas do Al-Ittihad (2010/11) e do Al-Nassr (2011/12). Em 2012/2013 regressou de novo ao Vitória, desta feita para assumir as suas funções ao serviço da equipa A.

Preparou os guarda-redes espanhóis de sub-19 que nesse mesmo ano (2012) haveriam de ser Campeões Europeus da categoria, e conquistou a Taça de Portugal de 2012/2013, ao serviço do seu clube do coração - o Vitória.

O Prof Luís Esteves é o único português que até hoje foi distinguido, pela Real Federación Española de Fútbol, com o Prémio Las Rozas (de Mérito Desportivo)...

 

Fernão Rinada



publicado por Miguel Salazar às 19:28
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Quarta-feira, 7 de Outubro de 2015
o Ferrari e o “2 Cavalos”...

 

20150805 Corrida Automóveis.jpg

 

A época passada foi assim!

Em boa verdade tem sido sempre assim, nestes últimos tempos.

luta pela conquista dos mais recentes títulos nacionais de basquetebol, faz-me recordar as provas-Raínha das velhas corridas de automóveis dos anos 70. Nos Grupos 2, 3, 4 e 5 competiam conjuntamente, como se algum dia fossem sequer comparáveis, os mais modestos Datsuns 240Z, Mini-Coopers S e até Volkswagens “carocha” 1600... com os fabulosos Lolas T292, Porsches Carrera 6, Chevrolets Camaro e DeTomasos Pantera. Eram corridas completamente assimétricas e desequilibradas.

Se o nosso basquetebol fosse uma dessas corridas de automóveis, as competições destes últimos anos poderiam muito bem ser um Grupo 2, 3, 4... e 555, onde o Vitória disporia de um velho Citroën 2 Cavalos, em 2ª ou 3ª mão, e o Benfica de um Ferrari F430 Spider, novinho em folha, que só caberia mesmo num grupo 555.

É verdade !

Uns com um Ferrari... e nós com um velhinho Citroën 2 Cavalos...

Felizmente, seja lá qual for a competição automobilística que se esteja a considerar, o valor de uma equipa nunca se limita apenas à valia dos seus carros. Quando se dispõe de equipas de mecânicos que transfiguram motores, fazendo o milagre da multiplicação dos cavalos, e de pilotos que fazem de cada milímetro de alcatrão de cada competição, uma questão de vida-ou-morte, todos os sonhos são possíveis mesmo àqueles que têm os carros mais modestos.

E é exactamente por tudo isto que, apesar de a uns lhes ser dado quase tudo e aos outros quase nada, cada vez estamos mais perto do dia em que o nosso velho Citroën 2 Cavalos, em 2ª ou 3ª mão, há-de conquistar um Campeonato àquele fabuloso Ferrari...

 

Miguel Salazar

 

(cartoon publicado no blogue Depois Falamos)



publicado por Miguel Salazar às 12:15
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Sexta-feira, 29 de Maio de 2015
Old Fox, a Velha Raposa S(á)ioux...

20150528 Paulo Cunha.png

Old Fox é de longe o mais experiente de todos os Caçadores S(á)ioux.

Há já muito tempo que perdeu a conta ao número de águias-vermelhas que conseguiu abater ao longo da sua vida. Em boa verdade, será muito difícil saber ao certo quem mais passarolas terá abatido: a Velha Raposa ou o Grande-Chefe Fernando.

Só mesmo a sua humildade e modéstia o impedem de usar todas essas penas vermelhas num cocar, antes preferindo usá-las na ornamentação das suas armas de guerra. Na cabeça, apenas uma - a mais especial de todas.

Essa experiência de guerra da Velha Raposa, será fundamental para as duas batalhas deste fim-de-semana, e o Grande-Chefe Fernando conta seguramente com o poder devastador do seu tomahawk, para levar essas batalhas de vencida...

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 14:45
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Terça-feira, 26 de Maio de 2015
Black Breeze, o índio Blackfoot dos S(á)ioux...

20150526 Marcel Momplaisir.png

Black Breeze é um Blackfoot ao serviço dos S(á)ioux do Grande-Chefe Fernando.

Só à sua conta, Black Breeze já abateu 6 águias-vermelhas.

Este fim-de-semana, irá juntar mais 2 penas à sua lança-de-troféus...

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 20:56
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Sexta-feira, 22 de Maio de 2015
Silva(r) Arrow, o jovem índio S(á)ioux...

20150522 Zé Silva.png

O famoso Seta Prateada, um dos mais temíveis caçadores de águias-vermelhas da tribo do Grande-Chefe Fernando, era famoso pela precisão das suas flechas. Silva(r) Arrow, conhecido pelos seus irmãos-de-sangue como Silver, ou simplesmente Silva, era um terrível arqueiro.

Embora ainda jovem, este caçador S(á)ioux já ostentava cinco penas de águia-vermelha na sua cabeça, arrancadas em batalha a outras tantas águias massacradas...

O terrível Seta Prateada estava de volta às terras do Sul, para juntar mais algumas penas à sua colecção.

A águia, essa lá estava à espera, altaneira e vigilante (entenda-se petrificada pelo pânico e incontinente), lá no alto do mais alto de todos os lampiões das terras do Sul. Pobre águia... estava ela convencida que assim estaria a salvo das setas prateadas do Silva(r) Arrow...

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 23:09
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Sábado, 16 de Maio de 2015
Colinho desde o início até ao fim...

Carlos Xistra, João Capela, Bruno Paixão, Artur Soares Dias, Manuel Mota, Jorge Jesus (ao colinho) e Rui Costa

Colinho desde o início até ao fim.

A verdade é que Jorge Jesus vai conseguir fazer todo o Campeonato sem quase ter posto os pés no chão. Se calhar até vai ser Campeão sem ter gasto sequer as solas de um único par de botas.

Se o Benfica quiser até as pode trocar a todas no final da época.

Afinal elas estão como novas, não é verdade ?...

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 00:30
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Sábado, 21 de Março de 2015
A pena da águia...

20150315 Pena de Águia.png

CONQUISTADORES,

Depois da vossa grandiosa vitória de ontem sobre o Sampaense, esta é a pena de águia que estará em jogo na partida de hoje das meias-finais da Taça de Portugal com os Mouros do Bairro de Benfica.

Hoje tereis mais uma oportunidade de provar que, com a vossa concentração, a vossa abnegação e principalmente com a vossa superação, sereis SEMPRE capazes de vencer os Mouros do Bairro e os seus Milhões. Por mais incrível que possa parecer a alguns, a verdade é que essa vitória... está nas vossas mãos !

Façam-nos lá o favor de arrancar mais esta pena para o cocar de Fernando, o nosso Grande Chefe S(á)ioux...

A depena da águia começa hoje às 17 horas, em Fafe, no sítio do costume...



publicado por Miguel Salazar às 09:00
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Sexta-feira, 20 de Março de 2015
CONCENTRAÇÃO, ABNEGAÇÃO, SUPERAÇÃO...

Fernando, Grande Chefe S(á)ioux

Fernando, é o nosso Grande-Chefe ioux, mas também podia ser um Grande-Chefe ache, yenne, yuse, Conche, Najo, nook, Move, rokee, wnee, ctaw, kfoot, ppewa ou até Moino, ... A verdade é que fosse qual fosse a sua tribo, seria SEMPRE um Grande-Chefe... e com um cada vez maior cocar.

O nosso Depenador de Águias e os seus Conquistadores irão ter amanhã mais um dos seus jogos preferidos. Mais um jogo de total concentração, abnegação e superação.

O Vitória-Benfica, a contar para as Meias-Finais da Taça de Portugal, é amanhã às 17 horas, em Fafe...

Rumo à Final !...



publicado por Miguel Salazar às 23:00
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Quinta-feira, 19 de Março de 2015
Enquanto houver um Vitoriano...

...jamais lutareis sozinhos !

 

20141126 Rumo a Fafe.jpg

Hoje, quinta-feira, terão início as derradeiras batalhas para a Conquista da LXVI Taça de Portugal. O primeiro embate dos Vitorianos é apenas amanhã, mas eles já correm a caminho de Fafe, tamanha é a sua ânsia de conquista de mais um troféu.

Sexta-feira às 21 horas, estaremos frente-a-frente com os beirões do Sampaense.

Vimaranenses e Vitorianos, todos nós confiamos em Fernando Sá e nos seus Conquistadores.

Boa sorte, Campeões !  Nós estamos convosco...



publicado por Miguel Salazar às 14:00
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Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2015
De joelhos e tão atordoados…

20150225 Doug Silva Pavlovic Marcel Balseiro.png

No passado sábado o Vitória deu uma enorme demonstração de garra e de querer, ao vencer categoricamente uma equipa que, face ao milionário orçamento de que dispõe, tinha a obrigação de transformar o Campeonato da Liga num autêntico passeio. Quem tem aqueles 4 americanos, 1 cabo-verdiano e todos os portugueses que o dinheiro consegue comprar, tinha obrigação de fazer bem melhor. O problema é que o dinheiro não consegue comprar nem tudo nem todos. Por isso o Vitória consegue ter a equipa que tem. Mas apesar desse facto, a verdade é que com os milhões de euros de que dispõem, foram capazes de reunir um conjunto de grandes jogadores, com muita qualidade técnica, que jogam muito profissionalmente. O "único" problema é que não há dinheiro que compre aquele factor de motivação extra a que vulgarmente se chama “coração”. E é este “coração” que faz com que muitas vezes as pessoas consigam superar-se a si próprias, alcançando feitos pouco menos do que inimagináveis. Os nossos bravos Conquistadores que jogam de Afonso ao peito, são o melhor exemplo disso mesmo, e por isso são o orgulho de toda uma cidade. Quanto aos nossos adversários do passado fim de semana, eles também têm alguns jogadores assim no seu plantel, mas esses, os que jogam com o coração, não têm lugar na equipa.

Depois, dentro deste grupo de profissionais pagos pelo seu peso em ouro, existe uma sub-espécie de indivíduos cujas qualidades se limitam à sua valia técnica, e se extinguem nela.

São indivíduos que não sabem ganhar nem sabem perder, que são arrogantes nas vitórias e agressivos (ou até mesmo violentos) nas derrotas.

Indivíduos que passam jogos inteiros a provocar os adversários e os seus adeptos.

Indivíduos que após o final dos jogos se deixam ficar em campo apenas para poder dar continuidade à sua constante provocação aos adeptos adversários.

Indivíduos que beijam o emblema da camisola que vestem, não por respeito ou paixão pelo clube que lhes paga, mas apenas porque estão convencidos que assim conseguem ser ainda mais provocadores.

Indivíduos que não conseguem compreender que o motivo pelo qual são tão desprezados não tem a ver com a cor da sua pele ou da sua camisola, mas apenas com a imbecilidade do seu comportamento.

Indivíduos que são tão exuberantes na demonstração pública da sua fé, mas que não conseguem compreender que não hão-de ser os inúmeros sinais da cruz que fazem ao longo dos jogos, que comprarão a sua redenção, ou que farão deles melhores cristãos.

Indivíduos que parecem não conseguir compreender que um dia o basquetebol acaba, e que nessa altura não lhes sobrará nada que os possa valorizar para o resto das suas vidas.

Indivíduos que não conseguem aperceber-se de que quando já se tem 37 anos, o seu fim na modalidade está iminente e que, a partir dessa altura, é bem possível que a tarefa de apanha-bolas seja o único trabalho que o basquetebol tenha para lhes oferecer.

Indivíduos que não merecem o respeito de ninguém... que não merecem sequer que se pronunciem ou escrevam os seus nomes.

Se a isto tudo juntarmos ainda a sua arrogância e sobranceria, temos então motivos mais do que suficientes para sentirmos este prazer quase sádico, quando os vemos a ser esmagados e principalmente quando os vemos assim... de joelhos e tão atordoados...

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 20:23
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Terça-feira, 13 de Janeiro de 2015
o General Rui Vitória...

o General Rui Vitória

 

 

 

 

A convite da Editora TopBooks, Rui Vitória escreveu e lançou muito recentemente "A Arte da Guerra para Treinadores", numa versão muito pessoal do clássico "A Arte da Guerra", do General chinês Sun Tzu (escrita há mais de 2500 anos).

Aquilo que Rui Vitória escreveu neste livro é muito mais do que um simples manual sobre estratégia para treinadores de futebol. A sua versão de ”A Arte da Guerra” é um verdadeiro tratado sobre liderança, transversal a todas as relações laborais.

O que do meu ponto de vista é mais curioso nesta obra é que, apesar de nunca ter tido qualquer experiência de vida militar, Rui Vitória não deixa de basear a sua estratégia em princípios e conceitos que são muito caros à instituição castrense.

Estou a referir-me a aspectos como a distância relativa que o líder deve manter em relação aos seus subordinados, o estabelecimento de uma hierarquia vertical dentro do grupo e a obrigatoriedade de utilização dessa hierarquia no contacto com os subalternos. Mas também me estou a referir a alguns dos instrumentos que utiliza na preparação dos seus homens, como a penalização colectiva em consequência do erro individual, e que é uma forma extremamente eficaz de estimular e desenvolver aquilo que, em termos militares, se designa por “espírito de corpo”. Curiosamente, até um dos seus lemas predilectos – “quem treina muito bem irá ter um bom jogo” –, é em tudo semelhante ao da antiga Escola de Tropas Aero-Transportadas –  “Instrução dura, combate fácil”.

Com esta obra, de leitura fácil e aprazível, Rui Vitória mostra também um lado que ainda não lhe conhecíamos. O seu lado mais humanista, com uma abordagem muito mais abrangente, e que se preocupa com o jogador de futebol no seu todo. Rui Vitória demonstra à saciedade, os fundamentos da sua estratégia, em que nada é deixado ao acaso, e em que tudo é preparado ao mais ínfimo pormenor, para que o factor surpresa seja reduzido à sua mínima expressão.

Rui Vitória alicerça todas as suas decisões no conhecimento profundo da realidade do seu grupo, do seu inimigo e das circunstâncias que envolvem ambos.

Para os vitorianos, ler “A Arte da Guerra para Treinadores”, há-de ser a constatação de que à frente das suas tropas está um verdadeiro General. Assim foi para mim, e estou certo de que assim há-de ser para todos os vitorianos.

Estátua de Sun Tzu, em Yurihama (Japão)

 

Estátua de Sun Tzu, em Yurihama (Japão)

Quanto aos treinadores a quem o livro se destina, esses terão a rara oportunidade de aprender com quem tem alguma coisa para lhes ensinar, e a generosidade suficiente para não se importar de o fazer. Mas em relação àqueles para quem este livro teria certamente a maior utilidade ("vocês sabem do que é que eu estou a falar"), ele há-de ser apenas um drama, um enorme drama. O drama de a mensagem de Rui Vitória lhes soar exactamente do mesmo modo que lhes soaria a versão original, não traduzida, de Sun Tzu...

 

José Rialto

 

 

(estátua de Sun Tzu em Yurihama, Tottori, Japão)

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publicado por Miguel Salazar às 17:33
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Sexta-feira, 21 de Novembro de 2014
ALL MONEY versus ALL HEART...
Esta noite tive um sonho...
Poderia muito bem ter sido mais um pesadelo, mas a verdade é que desde que o Milo deixou de nos enfernizar a vida, nunca mais os voltei a ter; por falar nisso, em que pé estará aquela história da investigação "levada a cabo" pela actual Direcção ?

20141121 o Haka.png

Mas, voltando ao meu sonho, ele passava-se no pavilhão da Luz. O ambiente era infernal, com mais de 50 pessoas nas bancadas (incluindo polícias e seguranças). Os nossos Conquistadores aprestavam-se para enfrentar os Mouros do Bairro de Benfica. Parecia mesmo um daqueles escaldantes jogos de râguebi entre a Austrália e os ALL BLACK da Nova Zelândia.
Deve ter sido essa associação de ideias que fez com que o cenário do meu sonho mudasse por completo.
Subitamente, em campo já não eram mais os Mouros do Bairro de um lado e os nossos Conquistadores do outro. Eram os ALL MONEY e os ALL HEART. Não sei exactamente porquê, mas a verdade é que era assim mesmo... os ALL MONEY contra os nossos ALL HEART.
O tempo estava quente, mas apesar disso, o treinador dos ALL MONEY tremia como varas verdes. Se calhar nem era o frio que o fazia tremer. Afinal, do outro lado estava o maior de todos os seus pesadelos - Fernando Sá. Os jogadores que vestiam de escarlate, com um enorme euro dourado no peito, bem, esses estavam extasiados, quase tresloucados. Com os olhos injectados de sangue e as línguas fora da boca, os ALL MONEY faziam um Haka à maneira dos ALL BLACK. Na realidade não seria bem bem à maneira dos ALL BLACK... Esta espécie de Haka dos ALL MONEY parecia mais uma coreografia inspirada naquela dança esquisita que o seu treinador tinha feito um dia no Dragão-Caixa, há uns anos atrás, na comemoração da conquista de um Campeonato (ver vídeo mais abaixo). Da algaraviada ininteligível que gritavam, a única coisa que era um pouco mais perceptível eram os finais de cada frase. Como era em língua aborígene, não se fazia a mais pequena ideia daquilo que estariam a dizer, mas soava mais ou menos assim:
- A-PA-NI-KO-É-LÉ-PO-TÉ-KA-NA-KO-LI-NU-KU... BRRRRRRRRR... É-LÉ-TA-NA-KA-PO-KI-NO-XÉ-TÉ-NU-KU... BRRRRRRRRRR
Podia não ser um Haka como o dos ALL BLACK, podia nem sequer ser muito aterrador, mas a verdade é que pelo menos estavam todos muito certinhos. Valha-lhes isso...
Do outro lado estavam os ALL HEART, muito mais discretos e confiantes, com o semblante de quem sabia muito bem aquilo que ali estava a fazer.
E era assim: enquanto uns faziam aquela espécie de Haka, os outros anunciavam ao Mundo que iriam lutar "pela Cidade-Berço". E o grito que deram foi tão alto, que tanto os ALL MONEY como a multidão de 50 (polícias e seguranças incluídos) se calaram, fazendo-se um silêncio sepulcral no pavilhão. Mas o pior nem foi isso. O pior foi o facto desse grito ter acabado por me arrancar do meu sonho. Fiquei desolado, sem saber afinal quem conseguiu vencer o jogo. Mas desconfio que entre uns que se chamavam "ALL MONEY" e outros que eram reconhecidos por serem os "ALL HEART", não haveria (como não haverá) grandes dúvidas...
Aqueles que jogam com maior paixão e coração, acabarão por conseguir o triunfo final. E ainda que, se por algum capricho do destino tal não vier a ser possível, hei-de ficar orgulhoso da mesma forma, pois sei bem que, sejam quais forem as circunstâncias, hão-de sempre deixar a pele em campo a tentar vencer o jogo.
E esse, meus senhores, esse é que é o maior orgulho de todos os Vitorianos...
 
José Rialto
 
Aos 45" deste vídeo, poderá ver
a dança que inspirou o Haka dos ALL-MONEY...



publicado por Miguel Salazar às 21:08
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Sexta-feira, 14 de Novembro de 2014
A liteira, o literato e os liteireiros...
Muito mais do que apenas uma mera aliteração, "A liteira, o literato e os liteireiros" é a triste realidade do futebol português. Em boa verdade é mais ainda - é a realidade de todo o Desporto nacional...

20141114 a Liteira.png

A liteira escarlate segue o seu caminho, com toda a serenidade, completada que está a 10ª etapa das 34 que a corrida tem. Segundo a Tradição, velha de quase um século, o privilegiado deve seguir sempre confortavelmente instalado na sua liteira, de modo a ser poupado ao esforço de uma corrida feita a pé, tal como está reservado aos restantes 17 contendores. Dizem eles que é um desígnio dos Deuses...
 
Em cima dessa liteira escarlate segue o literato. E como é letrado o nosso literato! Apesar de muitos dos seus antecessores terem sido indivíduos já com um apreciável nível cultural, não há memória de algum dia ter havido alguém como ele, com tão elevado grau de literacia. E o facto de um dia ter reconhecido humildemente que não era Eça de Queirós, apenas deverá ser interpretado como mais uma prova irrefutável da sua imensa modéstia. Poupado pela liteira aos esforços da corrida, ao literato sobra-lhe assim o tempo suficiente para poder fruir da pintura da sua amiga Paula Rego. Mas sobra-lhe também o tempo e a disposição necessários para que o seu talento possa fluir na preparação dos mais belos discursos e das mais eloquentes intervenções, que assim se constituem como prosas de incomparável valor literário.
 
Mas a liteira escarlate não anda sozinha, e por isso existem os liteireiros.  Liteireiros que são muitos... imensos... quase incontáveis. São tantos que, semana após semana, se degladiam entre si pelo privilégio de carregar liteira e literato. É uma luta fratricida, entre carneiros do mesmo rebanho. Mas o mais difícil da sua tarefa nem é conquistarem esse direito de carregar a liteira escarlate e o seu literato. O mais difícil é serem capazes de levar a cabo essa missão com mãos que nunca estão completamente livres. Mãos ocupadas com bandeirinhas ou com cartões de duas cores, com microfones ou com blocos de apontamentos pasquineiros, com câmaras de televisão ou com máquinas fotográficas, ou ainda com pilhas de relatórios de observadores ou com resmas de castigos disciplinares. E depois há os apitos que, estando na boca, não facilitam a respiração de quem despende tamanho esforço. A verdade é que, com maior ou menor discrição, e com maiores ou menores dificuldades, os diligentes liteireiros conseguem sempre cumprir a sua missão... e a preceito. Entre todos eles, uma característica em comum: o facto de nenhum ter a boca ou as mãos suficientemente limpas para poder fazer outra coisa na vida que não seja carregar liteiras e iliteratos...
 

José Rialtoblogue DEPOIS FALAMOS



publicado por Miguel Salazar às 01:08
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Sábado, 8 de Novembro de 2014
"Que seja infinito enquanto dure"...

20141107 Líderes.jpg

Poderá não durar sempre.

Poderá durar pouco tempo.

Poderá mesmo durar apenas 44 horas.

Mas, como escreveu Vinicius de Moraes... "que seja infinito enquanto dure"...



publicado por Miguel Salazar às 18:46
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Quinta-feira, 6 de Novembro de 2014
Uma corrida muito peculiar...

20141106 Corrida peculiar.png

Já lá dizia George Orwell, na sua fábula Animal Farm, publicada em 1945...

"All animals are equal... but some animals are more equal than others"

 



publicado por Miguel Salazar às 23:03
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Quarta-feira, 29 de Outubro de 2014
o Corredor Invisível...

A visão da realidade...

O Vitória é actualmente o 3º classificado da Liga, à frente do Sporting, a escassos 2 pontos do líder Benfica e apenas a 1 do FCPorto. Pois bem (mal), esse facto é literalmente ignorado por tudo quanto é pasquim desportivo. Todos eles vão divagando como se a discussão da liderança fosse hoje-em-dia uma questão a 3 (estarolas).

As tendências clubísticas de cada um desses pasquins são distintas e por demais conhecidas de toda a gente, mas apesar dessas diferenças, há algumas características que os unem: a mediocridade, e o desprezo pela verdade desportiva, pela equidade de tratamento e afinal pelo Desporto em geral. Não é de hoje. Sempre assim foi. É o nosso triste fado de ter tantos pasquins e não ter um único verdadeiro jornal desportivo digno desse nome.

Nas televisões, a falta de nível jornalístico é exactamente a mesma, tal como são os mesmos, a mediocridade e o desprezo pelos valores supostamente aprendidos durante a sua formação jornalística. O Vitória imiscui-se na luta pela liderança, jogando actualmente com 6-7 jogadores nacionais na sua equipa principal, sendo uma grande parte deles oriunda da nossa formação e quase todos da equipa B. O Benfica joga com apenas 1 jogador português e o FCPorto quase sempre sem nenhum. Pois apesar disso, ainda há bem pouco tempo se viu na televisão um programa sobre a formação no futebol, em que conseguiram estar a falar quase duas horas apenas dos três estarolas, não dispensando uma palavra que fosse ao clube que, a par do Sporting, melhor trabalha nesse aspecto – o Vitória. Mas quando o Benfica, por uma única vez e numa partida menos exigente, utilizou meia dúzia de jogadores nacionais, logo esse facto serviu para se encherem capas de jornais e dezenas de páginas interiores, tecendo-se os maiores encómios à alegadamente renascida formação Benfiquista. Como se por ventura uma andorinha fosse capaz de fazer a Primavera.

A luta é inglória, e é lamentável que no Vitória, a única voz que se faz ouvir seja a do treinador. Em primeira instância não era a ele que deveria competir a defesa do clube.

Mas ainda voltando à questão da liderança do campeonato, a verdade é só uma... para toda a Comunicação Social, os 3 estarolas continuarão a ser os únicos a correr nessa luta.

A visão dos pasquineiros...

Por mais imiscuído que esteja o Vitória, para eles e para o Sistema, haveremos de continuar a ser... o Corredor Invisível. E se o tempo não se encarregar de nos afastar dessa luta, há-de ser o Sistema a fazê-lo. Afinal, para que servem as Comissões de Arbitragem e de Disciplina, senão para isso mesmo?...

 

José Rialtoblogue DEPOIS FALAMOS

 

 

 



publicado por Miguel Salazar às 01:36
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Quinta-feira, 4 de Setembro de 2014
o Rei Mago...

Já era tarde quando o rapazinho Mouro chegou aos limites da cidade. À revelia de Afonso, Egas tinha chegado a acordo com o Xeique Khadafi, o grande Mercador de Rodas de Carroça, das terras Mouras de Beira-Tejo, e o rapazinho vinha agora fazer um estágio nas tropas d’El-Rei. Foi mesmo antes das muralhas se fecharem. Quase não conseguia entrar. Na manhã seguinte, foi levado à presença de Afonso, já com a túnica das tropas d’El-Rei.

Afonso - Então és tu que te queres juntar a mim? E como te chamas tu, meu rapaz?

Bruno Gaspar - Bruno Gaspar...

A - Gaspar? Como o Rei Mago? De facto, olhando bem, pareces meio Mouro...

BG - Mas Majestade, eu até tive o cuidado de me apresentar já devidamente fardado...

A - Por cima, sim. Mas olhando para o que trazes por baixo, fico com a ideia de que ainda não despiste a camisola dos Mouros...

BG - Eu não tirei as roupas porque vou ficar por pouco tempo. Aprendo o que Vossa Majestade tiver para me ensinar e depois volto logo para o Grande Xeique. É assim uma espécie de Erasmus, está a ver? Diz ele que quanto menos eu fizer por Vós, melhor.

A - Isso é que é pior... Bem, e o que é que o Xeique me manda de presente, rapaz?

BG - Incenso, Majestade.

“Tal como os Reis Magos” pensou imediatamente Afonso...

A - Vens da terra dos Mouros, chamas-te Gaspar, trazes incenso... Ouve lá, tu não te terás enganado no caminho? É que tanto Belém como Jesus, ficam lá para os lados da terras Mouras de Beira-Tejo. Assim como Santa Maria e São José. E, para além de tudo isso, se te tivesses deixado guiar por uma estrela cadente, quando desses por ela... estavas lá outra vez. Lá para a tua terra é que há muitas dessas.

BG - Não, Majestade. Eu vim para aqui porque achei que estava na altura. Precisava desta mudança.

A - Pois... Olha lá, e tu não serás alérgico a essa coisa que me trazes? É que todos os teus amigos que para cá já vieram antes de ti, eram muito dados a essas tretas, de alergias, viroses e coisas assim...

BG - É verdade, mas essas “doenças” já estão todas previstas nos nossos processos de Erasmus. Só assim é que o nosso Xeique nos deixa vir. Estão previstas as “doenças” e os dias em que elas vão acontecer. Mas não se preocupe, Majestade, que são sempre “doenças” de curta duração. Curam-se sozinhas e dum dia para o outro...

Desanimado, Afonso deitou as mãos à cabeça e lamentou-se num murmúrio que só os seus antepassados poderiam ouvir...

A - Emprestado, vestido de Mouro, e ainda por cima vai-me ficar doente quando eu mais precisar dele. Valha-me a Senhora da Oliveira. Este Egas não tem emenda. Anda outra vez a fazer coisas na minhas costas. Depois eu não cumpro e lá vai ele outra vez por aí abaixo, de corda ao pescoço, pedir desculpa...

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 18:52
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Sexta-feira, 11 de Julho de 2014
Brindar com a Taça...

Foi um Festival Gastronómico à escala nacional, e teve um enorme sucesso.

A verdade é que até nem começou nada bem.

Na primeira degustação, servida em Guimarães, o Arroz de Cabidela de Frango foi servido com demasiado vinagre e a refeição caiu muito mal a Tozé Mendes. Coitado do homem que ficou a vomitar a noite toda. Nessa altura, a única boa notícia era a de que a partir daí as coisas só poderiam melhorar.

Em Vila Nova de Gaia, a Costeleta de Dragão estava um primor, de tão saborosa.

Um Naco de Leão à Conquistador foi o prato seguinte, servido num dos muitos restaurantes de altíssima qualidade de Guimarães.

No Seixal, serviu-se um Frango no Churrasco devidamente apreciado e degustado pelo nosso gastrónomo.

 

 

De volta a Guimarães, novo prato de carne, desta vez com uma Asa Estufada de Dragão que estava divinal.

O Festival terminou numa Adega Regional em Alcochete, onde Tozé Mendes se deliciou com uma Coxa de Leão na Brasa. Teria sido melhor ainda se lhe tivessem servido um pouco de vinho para acompanhar o petisco, mas a verdade é que o dono da tasca se recusou a dispensar a taça para que Tozé Mendes o pudesse fazer. Ironia curiosa lhe reservou o destino, que fez com que apesar de ter sido o vimaranense a não beber o que quer que fosse àquela refeição, tivesse sido o dono da tasca a ficar a seco.

A solução foi esperar pelo regresso a Guimarães. E aí, já em casa, Tozé Mendes levantou finalmente a taça, brindando aos seus jovens Conquistadores...

 

NOTA FINAL

Aquilo que de mais curioso aconteceu no Festival Gastronómico foi o facto de Tozé Mendes nunca se ter sentido tentado a trocar o nosso clube por qualquer outro que lhe proporcionasse maiores vantagens financeiras ou maior mediatismo. Não é que o seu comportamento apontasse para isso, mas com aquele apelido... quem diria?...

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 16:42
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Quarta-feira, 18 de Junho de 2014
a Justiça do Castelão...

(cartoon referente ao jogo da 3ª Jornada da Fase Regular do Campeonato da LPB, realizado no dia 9 Novembro 2013, e cujo resultado final foi Vitória 80 - Benfica 70)

 

 

A ignomínia do Mouro do Bairro de Benfica já vinha de há muito tempo, desde um dia que foi de Glória para a cidade. Mas esse dia não foi de Glória apenas por ter sido mais um em que os Mouros do Bairro baquearam às mãos de Dom Fernando e dos seus Conquistadores. Foi-o principalmente pelo facto de isso ter acontecido numa Batalha Final da Taça do Reino. Tinha sido travada em terras de Fafe, e não haviam passado sequer 8 meses sobre essa batalha. Os Mouros do bairro vinham agora tentar tomar o Castelo de assalto, e assim era chegado finalmente o momento daquele Mouro em particular ser confrontado com... a Justiça do Castelão.

 

A Feira do Pão estava à pinha, cheia de Vimaranenses a clamar por justiça. A chegada do Arauto do Castelão fez abrir uma pequena clareira, bem no meio da Praça. Com grande solenidade, o homem de Dom Fernando desenrolou então um enorme pergaminho e, depois de pigarrear por duas vezes para se assegurar de que a voz não lhe iria falhar, anunciou a plenos pulmões...

"Aos 9 dias de Novembro do ano da graça do Senhor de 2013, Dom Fernando de Sá, Castelão da Cidade de Guimarães, determina e faz saber que, pelos crimes de ofensa pública, de falta de desportivismo, e ainda de conduta indigna, cometidos pelo Mouro cujo nome não deve ser pronunciado, praticados na última Batalha Final da Taça do Reino e perpetrados contra a pessoa do próprio Castelão, quando este foi cobarde e violentamente empurrado no momento em que tentava prestar o seu tributo àquele que tinha derrotado justa e inequivocamente no campo de batalha (mostrando assim Dom Fernando toda a sua enorme magnanimidade), o Mouro cujo nome não deve ser pronunciado é condenado à pena de expulsão da cidade.

Mais determina o Castelão que, para que possa servir de exemplo para todos, essa pena seja cumprida perante o Povo da cidade, e que seja levada a cabo apenas depois de despojar o Mouro, cujo nome não deve ser pronunciado, de todos os símbolos desportivos que ele provou não ser mais digno de usar.

Determina ainda o Castelão que o Mouro seja banido para sempre da cidade, e que o seu nome jamais volte a ser pronunciado em Guimarães.

Por ordem do Castelão esta sentença será executada de imediato pelo Conquistador Dom João, o Fernandes, à Porta da Torre Velha."

 

E assim se cumpriu finalmente a sentença de Dom Fernando.

A Justiça do Castelão pode tardar... mas não falha...

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 19:13
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Quarta-feira, 21 de Maio de 2014
As portas da muralha são serventia do Castelo…
 

 

Os Mouros do Bairro de Benfica estavam angustiados por não conhecerem ainda suficientemente bem o terreno onde iriam ter de enfrentar um inimigo que sempre os assustou. Foi por isso que decidiram enviar o seu principal estratega, disfarçado, para fazer esse reconhecimento. A fantasia que foi escolhida para o efeito, foi a de Arlequim. Acreditavam eles que, disfarçando-o de tolo, esconderiam melhor a sua identidade.

 

Foi então o agora Arlequim abordar a sentinela de serviço à Porta da Vila, dirigindo-se-lhe nestes termos…

- Vai a correr ter com o Castelão e diz-lhe que o meu Senhor, o Grão-Vizir Carlos Lisboa, Senhor de todos os Souks e Bazaares do Bairro de Benfica, e amigo pessoal do Xeique Khadafi, Senhor de todos os Pneus e Rodas de Carroça do Mundo Árabe, está acampado a menos de uma légua daqui, e que exige ser recebido na noite da próxima sexta-feira, no Castelo, com toda a pompa e circunstância que lhe são devidas.

 

A sentinela a quem ele se dirigia, era afinal um dos dois Capitães-da-Guarda da cidade. Dom Francisco, o Oliveira, conhecido Vimaranense e Vitoriano dos sete costados, esboçando um sorriso pela fanfarronice do Arlequim, respondeu-lhe assim…

- Vai então dizer ao teu Senhor que Dom Fernando, o Castelão de Guimarães, não recebe Mouros de espécie nenhuma. Nem que fosse o próprio Saladino, ressuscitado e em pessoa…

 

Surpreendido pela ousadia da sentinela, o Arlequim disse-lhe…

- Não recebe? Como ousa ele não me receber… hum… quero dizer… como ousa não receber o meu Senhor? Os nossos amigos vermelhos aqui da cidade não irão tolerar tamanha afronta. Por certo hão-de revoltar-se…

 

O ridículo da situação era tanto, que Dom Francisco não foi mais capaz de manter a sua pose marcial. Explodindo numa sonora gargalhada, respondeu-lhe…

- Amigos vermelhos, aqui???? Olha que te enganaste na cidade. Talvez se tentares o enclave Marroquino... mas esse fica a 20km  naquela direcção, do lado de lá da Morreira. Aí é que há muitos. Aqui não! Nem azuis, nem verdes, e muito menos vermelhos. Olha… de azul, a única coisa que temos é a bandeira da cidade, o céu e a água dos tanques e dos fontanários. De verde, só mesmo as árvores e a relva dos jardins. E de vermelho… só os telhados das nossas casas.

 

Entretanto, e desde que tinha chegado à Porta da Vila para interpelar Dom Francisco, o Arlequim não parava um segundo. Frenético, executava uma dança que tinha tanto de bizarra como de familiar. Intrigado, Dom Francisco perguntou-lhe…

- Ouve lá, ó Arlequim, mas o que é que tu estás p'raí a fazer, sempre aos saltos, de perna alçada e a apontar para o rabo? Conta-se que um dia o teu Senhor também foi visto a fazer essas palhaçadas. Julgo que foi há 2 anos no covil do Dragão, quando foi lá vencer as Batalhas Finais dessa época. Nunca ninguém soube ao certo o que é que ele queria dizer com isso. Uns diziam que era um insulto e uma provocação, e os outros, os mais maldosos, que era um pedido, assim uma espécie de esperança, percebes? Isso agora é moda lá no bairro, é?

 

E o Arlequim respondeu-lhe, sempre aos saltos...

- Não é moda. Isto é a Dança Tradicional lá do Bairro, assim uma espécie de Haka que usamos para assustar os nossos inimigos. Quando dançamos todos ao mesmo tempo, é verdadeiramente assustadora. Fui... hum... quero dizer... foi o meu Senhor que a criou há 2 anos, tal como dizes.

 

Dom Francisco encolheu os ombros e continuou muito pausadamente, para se assegurar de que o Arlequim compreendia exactamente aquilo que ele lhe estava a dizer…

- Vá, vai dizer ao teu Senhor que será aí, nesse mesmo sítio para onde tanto apontas, que ele há-de levar um valente pontapé do Castelão, se for apanhado a tentar entrar na cidade. Tão forte, tão forte, que se isso vier a acontecer, nem precisa de se preocupar mais com o regresso ao bairro. Só precisa mesmo é de se preocupar com a forma como lá vai aterrar. Diz ao teu Senhor que Dom Fernando lhe manda dizer que, para ele, as portas da muralha hão-de ser sempre serventia do Castelo…

 

José Rialto

 

BIBLIOGRAFIA

Um percurso pelas Muralhas de Guimarães. Miguel Bastos. Novembro, 2013.

 

 

Dança Tradicional do Bairro de Benfica (Lisboa)

(ver o momento da sua criação, aos 45" deste vídeo)

 
vídeo do YouTube
5º jogo da final dos play-off do Campeonato Nacional 2011/2012
FCPorto - Benfica, no Dragão Caixa (Porto)
 

 

 

 

 (este cartoon foi desenhado para o sítio da Associação Vitória Sempre)



publicado por Miguel Salazar às 17:23
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Sábado, 17 de Maio de 2014
A sobranceria do Mouro do bairro...

Apesar do valioso exército de mercenários que sempre teve à sua disposição, pagos a peso de ouro, Carlos Lisboa (o Mouro do Bairro de Benfica), era hoje um homem cheio de medo. Já foi demasiadas vezes depenado por Dom Fernando, para não o temer.

Talvez por isso se tenha refugiado no topo do lampião mais alto do bairro. Acreditava ele que assim estaria a salvo do ataque do Castelão e dos seus Conquistadores, que haveriam de chegar à Mouraria através de uma posição mais baixa. E a verdade é que essa posição superior lhe deu toda a vantagem no confronto de Sábado.

Ainda empoleirado no lampião mais alto do bairro, e com a cabeça nas nuvens por essa primeira vitória, tinha agora a firme certeza de que nenhum pormenor lhe tinha escapado. Lisboa, agora de novo com toda a sua sobranceria, estava finalmente no ponto de rebuçado para ser surpreendido. Era a altura exacta para Dom Fernando apostar todos os seus trunfos. Afinal, o Castelão sempre teve um, quando se tratou de enfrentar o Mouro do Bairro. Sempre assim foi, e sempre assim será.

Desta vez, o pormenor que escapou ao Mouro foi o facto de que durante os “play-off”, Dom Fernando foi recolhendo os despojos de guerra dos seus adversários. Após os mais recentes embates, Dom Fernando passou a dispor dos açores despojados aos Lusitanos de Angra do Heroísmo. O Castelão conta agora com uma Força Aérea.

Lisboa espera que os ataques continuem a vir sempre por baixo, mas o de Domingo haverá de chegar-lhe por cima.

O Mouro do Bairro está hoje mais confiante do que nunca, mas amanhã há-de voltar a ser surpreendido pelo Castelão...

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 22:40
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Quinta-feira, 3 de Abril de 2014
a Lenda do Castelão...
 

 

Segundo a lenda, vivia em Guimarães um bravo Castelão. Dom Fernando era o seu nome e era o mais temido do Reino. O mais rico e poderoso era o de Benfica, mas era Dom Fernando quem todos mais temiam.

Era lendária a inexpugnabilidade do seu Castelo de Guimarães.

Adversário que aí enfrentasse Dom Fernando, acabava decepado e empalado numa estaca, no cimo das suas muralhas. Que o digam CAB Madeira, Benfica, Galitos, Sampaense, Oliveirense, Algés, Lusitânia e Ovarense. O da Académica já tinha desertado, aterrado que estava com a certeza de que lhe iria suceder o mesmo. Todos eles viram os seus emblemas serem decepados e cravados numa estaca no topo das muralhas, para que servissem de exemplo para aqueles que ainda assim tivessem a ousadia de desafiar o Castelão de Guimarães.

 

 

 

 

 

Mas haveria de ser, supreendentemente, o mais fraco e frágil de todos os seus adversários, o da Maia, a quebrar a invencibilidade de Dom Fernando.

Segundo quem assistiu a essa batalha, o da Maia chegou a estar praticamente morto, mas faltava ainda a estocada final. Esse pormenor foi fatal para Dom Fernando. O adversário da Maia não só se conseguiu recompor, como ainda foi capaz de surpreender o Castelão. No momento em que Dom Fernando já se preparava para empalar o emblema, este sumiu-se-lhe das mãos. Os maiatos recuperaram o seu símbolo e até se deram ao desplante de roubar a própria estaca, como troféu da sua fantástica vitória no até então inexpugnável Castelo de Guimarães.

 

Reza a lenda que o episódio serviu de lição ao Castelão, que a partir daí se tornou ainda mais impiedoso. Dom Fernando nunca mais voltou a deixar-se surpreender, nem mesmo quando o adversário estava pouco menos do que moribundo...

 

José Rialto

 

(cartoon desenhado para a revista Mais Guimarães)



publicado por Miguel Salazar às 19:26
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Quinta-feira, 14 de Novembro de 2013
Mais uma g'anda coça...

As coças já foram tantas, que lhes começamos a perder a conta.

Já foram de 100 pontos, já foram diferenças de 19, mas desta vez Fernando Sá e os seus rapazes resolveram ser mais piedosos.

Quiseram poupá-los a nova humilhação e apenas os venceram por 10.

Foram 80-70, mas a tentação foi muito grande pois a diferença chegou a ser superior a 20 pontos.

Não fosse o coração misericordioso dos nossos rapazes e nem sei muito bem o que poderia ter acontecido aos passarolas da capital.

Passarolas arrogantes, armados em grandes predadores, mas que normalmente regressam à sua gaiola tão depenados que apenas lhes restam uma única pena para contar - a pena com que ficaram de terem sido obrigados a vir a Guimarães para levar mais uma g'anda coça...

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 21:19
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Quarta-feira, 10 de Julho de 2013
Mais águias do que perdizes...

Em Guimarães caçam-se mais águias do que perdizes.

No Salão de Caça do Castelo, os troféus mais recentes são um reflexo disso mesmo...

 

(cartoon publicado no blogue Depois Falamos)



publicado por Miguel Salazar às 19:19
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