Domingo, 8 de Novembro de 2015
"Natal é quando um homem quer"...

20141226 Pai Natal Júlio Mendes.png

 

Há um aforismo popular que diz que "Natal é quando um homem quer".

Para Júlio Mendes sempre assim foi... e continua a ser. Desde que é Presidente do Vitória, não se tem cansado de brincar ao Pai Natal, oferecendo jogadores a granel. Jogadores e treinadores também.

Este cartoon tem quase 1 ano, e foi desenhado numa altura em que já era fácil prever as ofertas que Júlio Mendes tinha em mente. Dos que estão dentro do saco, já foram quase todos oferecidos à concorrência. Falta apenas um. Um dia, também esse acabará por sair. Ele bem se tem oferecido, mas parece que ninguém o quer. Se calhar ainda vamos ter de pagar para alguém o levar. Mas quando esse dia chegar, aí eu terei finalmente o meu dia de Natal fora da data.

Se realmente for verdade que "o Natal é quando um homem quer", então eu também quero o meu dia de Natal... e de preferência já, antes que o meu clube acabe vulgarizado e humilhado, com o futebol na 2ª Divisão e sem as suas modalidades...

 

Miguel Salazar



publicado por Miguel Salazar às 00:05
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Sexta-feira, 26 de Dezembro de 2014
O outro lado do Pai Natal...

Na noite da véspera de Natal, confortavelmente sentado na minha poltrona em frente à lareira, acabei por me deixar adormecer. Não sei se foi do calor reconfortante da lareira e do efeito hipnotizador das suas chamas, se foi do conforto da poltrona, ou simplesmente do cansaço acumulado. Facto, facto é que adormeci mesmo... e sonhei...

Rui Vitória estava inconsolável, de braços abertos, virado para Júlio Mendes... vestido de Pai Natal. O nosso treinador nem queria acreditar naquilo que viam os seus olhos. O plantel estava a ser desmantelado outra vez. Uma vez mais. Alguns dos seus melhores jogadores já estavam dentro do saco de prendas do Pai Natal, e a direcção que levavam não era a do seu sapatinho...

– Não estou a perceber… Mas afinal, o Pai Natal dá ou tira?

– Vamos ver, eu para poder dar as minhas prendas, tenho de as ir buscar a algum lado, não?

– E vai tirar-me esses jogadores todos?

– Vamos ver... Para já levo estes, mas depois venho buscar mais.

Rui Vitória estava cada vez mais desesperado. E o Pai Natal, na sua infinita generosidade, resolveu consolá-lo...

– Vamos ver, Mister, não desespere. Se quiser, também o levo a si na próxima remessa.

– Levar-me embora, Presidente? Mas eu ainda gostava...

– Deixe-se lá de sentimentalismos, homem. Aproveite que eu já disse que não lhe quero cortar as pernas.

De repente (que nesta coisa de sonhos e pesadelos, tudo acontece muito de repente) já estavam todos dentro do saco do Pai Natal (o treinador e o próprio Presidente incluídos).

O Outro lado do Pai Natal...

Com um sorriso quase maquiavélico, Júlio Mendes (o que estava vestido de Pai Natal) ainda disse entredentes...

– Levo-o a si... e eu aproveito e também vou. Vamos ver... se calhar já nem preciso de passar pela Liga. É isso! Vou oferecer-me directamente à Federação. Vai ser uma prenda extraordinária.

Rui Vitória não ouviu por certo estas últimas palavras, pouco mais do que ciciadas, mas eu senti-as como facas que se espetavam nas minhas costas. As gargalhadas de Júlio Mendes, sinistras, ainda ecoavam na minha cabeça, mas ironicamente foram também elas que me arrancaram deste terrível pesadelo e me trouxeram de volta à poltrona da minha sala e ao calor da minha lareira. As gargalhadas que agora ouvia eram muito mais reconfortantes. “Ho, ho, ho”... O Pai Natal, o legítimo, tinha acabado de entrar na minha sala. E desta versão mais tradicional do Pai Natal, gostava eu. Este só vinha mesmo entregar presentes. Não vinha tirar nada a ninguém...

 

José Rialto

 (este cartoon foi desenhado para o sítio da Associação Vitória Sempre)



publicado por Miguel Salazar às 20:11
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Sexta-feira, 12 de Setembro de 2014
o Berço da Nação...

Com a chegada de Júlio Mendes ao Vitória, o clube passou finalmente a apostar na “prata da casa”.

A criação da equipa B deu resultados quase imediatos, não tanto na sua própria competição, mas essencialmente pela forma como foi sendo capaz de suprir as necessidades da equipa principal. E fê-lo de tal forma que conseguiu mesmo ajudá-la a conquistar o seu primeiro grande título nacional. Mas não foi apenas nos resultados desportivos que se registaram os nossos sucessos. Os melhores negócios dos últimos 2 anos têm sido fruto desta aposta na equipa B e também na formação. Ricardo Pereira, Tiago Rodrigues, Amidó Baldé e Paulo Oliveira são os maiores exemplos disso mesmo.

Mas voltando aos sucessos desportivos, na época passada conseguimos o título de Campeão Nacional de juvenis e fizemos regressar a equipa B à Segunda Liga. Este ano, mais de metade da equipa principal é oriunda da equipa B, tal como o são algumas das maiores revelações de todo o Campeonato.

Não podem restar quaisquer dúvidas. Todas as evidências apontam para o facto de ser este realmente o caminho.

 

 

Os próprios atletas da formação dos nossos adversários já começam a ver em nós, o único caminho que em Portugal os pode levar ao sucesso. Só por isso eles começam a preferir o Vitória aos clubes nacionais com maiores tradições. A verdade é que nos últimos anos assistimos a um movimento inusitado de atletas (de topo) dos escalões de formação de Sporting, FCPorto e Benfica, a trocar os seus clubes pelo nosso. Esta inversão no fluxo de talentos é um facto que seria impensável há uns anos atrás, mas que hoje constitui um sinal inequívoco que não podemos nem devemos desvalorizar.

O caminho é de facto a aposta na formação e na equipa B, e espero que os dias melhores que hão-de vir com o regresso da estabilidade económica, não tragam também consigo o regresso à velha e gasta estratégia do investimento massivo no mercado estrangeiro, em atletas de valia mais do que duvidosa. E se assim for, então ficará claro que o caminho escolhido pela Direcção de Júlio Mendes foi uma decisão intencional e deliberada, e não apenas uma solução de recurso para conseguir enfrentar o caos em que outros (ainda) impunemente nos lançaram.

A estratégia terá de manter-se assim, firme e decidida, para que o Vitória cumpra finalmente o seu destino de fazer jus ao epíteto da cidade. Tal como Guimarães sempre foi, o Vitória começa agora também a ser, e com toda a propriedade... o Berço da Nação...

 

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 19:00
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Sábado, 7 de Janeiro de 1978
Todas as caricaturas de Bernard...

Bernard Mensah Oliver nasceu em Accra (Gana), no dia 17 de Outubro de 1994.

Iniciou a sua formação nos ganeses do Feyenoord Fetteh e do Desideros FC, e terminou-a no Vitória.

Em 2013/2014 conquistou o seu lugar na equipa B do Vitória, e em 2014/2015 impôs-se na principal.

Em 2015/2016 foi vendido ao Atlético de Madrid que de imediato o emprestou aos também espanhóis do Getafe.

Para ver todas as caricaturas de Bernard, seleccione o seu nome no final da linha de "tags" deste artigo...



publicado por Miguel Salazar às 01:34
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