Sexta-feira, 11 de Setembro de 2015
Basquetebol Corre Corre, 2ª feira às 20h30m...

20150909 Basquetebol Corre Corre.png

da esquerda para direita:

Pedro Guerreiro (Presidente da Secção), Fernando Sá (treinador da equipa masculina),

Tam Ling (treinador da equipa feminina), Ana Oliveira (atleta) e Paulo Cunha (atleta)

 

A secção de Basquetebol do Vitória vai apresentar, na próxima 2ª feira, as suas equipas séniores, masculina e feminina, para a época de 2015/2016.

Apesar de lutar contra todos os constrangimentos financeiros, que são cada vez maiores, a secção apresenta duas equipas muito fortes, que nos irão permitir lutar seguramente pelos objectivos máximos das respectivas competições...

No sentido de promover a aproximação dos seus atletas aos Vimaranenses em geral, e aos Vitorianos em particular, os seus atletas irão participar na edição do Guimarães Corre Corre da próxima semana.

A secção de Basquetebol do Vitória espera por todos nós na Plataforma das Artes, dia 14 de Setembro, pelas 20h30m, esperando também que possamos retribuir-lhes, dando o nosso apoio no Pavilhão, quando ambas as equipas realizarem os seus jogos em Guimarães...



publicado por Miguel Salazar às 16:07
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Sexta-feira, 29 de Maio de 2015
Old Fox, a Velha Raposa S(á)ioux...

20150528 Paulo Cunha.png

Old Fox é de longe o mais experiente de todos os Caçadores S(á)ioux.

Há já muito tempo que perdeu a conta ao número de águias-vermelhas que conseguiu abater ao longo da sua vida. Em boa verdade, será muito difícil saber ao certo quem mais passarolas terá abatido: a Velha Raposa ou o Grande-Chefe Fernando.

Só mesmo a sua humildade e modéstia o impedem de usar todas essas penas vermelhas num cocar, antes preferindo usá-las na ornamentação das suas armas de guerra. Na cabeça, apenas uma - a mais especial de todas.

Essa experiência de guerra da Velha Raposa, será fundamental para as duas batalhas deste fim-de-semana, e o Grande-Chefe Fernando conta seguramente com o poder devastador do seu tomahawk, para levar essas batalhas de vencida...

José Rialto



publicado por Miguel Salazar às 14:45
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Quinta-feira, 17 de Abril de 2014
a Tradição já não é o que era !...

 

NOTA INICIAL

O título deste cartoon está relacionado com uma campanha do whisky J&B, lançada nos anos 90, cujo slogan era exactamente este (ver vídeo no final do texto).

 

Há uma tradição, cuja origem remonta ao séc. XV, a respeito do comportamento das gentes de Barcelos durante a defesa de Ceuta. Segundo essa tradição, os barcelenses foram incumbidos de assegurar a defesa de um sector dessa praça militar, junto a um outro que estava à responsabilidade dos vimaranenses. Conta-se que mal avistaram as primeiras forças Mouras, os de Barcelos fugiram sem olhar para trás, deixando os vimaranenses sozinhos na defesa de ambos os sectores. Apesar destas dificuldades acrescidas, ainda assim as forças de Guimarães foram capazes de assegurar a sua missão com absoluto sucesso. Quando Dom João I soube da deserção dos barcelenses, decidiu castigar a cidade, obrigando-a a varrer a “praça e os açougues” de Guimarães nas vésperas de cada uma das sete festividades do ano. E assim deveria acontecer todos os anos, até ao final dos Tempos.

No passado fim de semana, em vésperas da primeira dessas festividades (a da Páscoa), os barcelenses vieram À cidade mais uma vez, tal como era da Tradição. Aquilo que ninguém seria capaz de imaginar, era o motivo que os trazia a Guimarães. Então não é que em vez de virem limpar a praça e os açougues da cidade, tal como os obrigava a pena Régia, resolveram antes vir desafiar Dom Fernando? Mas o que é que lhes terá passado pela cabeça, para assim desrespeitar a Tradição? Temeridade e desrespeito assim nunca antes se tinham visto. Ainda que quisessem ignorar o seu castigo, não conheciam eles a Lenda do Castelão? Tanto me empenhei eu na sua divulgação, e eles nem se deram ao trabalho de ler aquilo que escrevi. Se o tivessem feito, sempre se tinham poupado a tamanho sofrimento.

É que nem tiveram tempo para perceber o que lhes estava a acontecer. Perderam o emblema e quase perdiam a vida. Perseguidos por Conquistadores enfurecidos, era só vê-los a fugir em pânico, pelo adarve das muralhas da cidade. Os homens de Dom Fernando desta feita foram impiedosos, e os barcelenses nem conseguiram alcançar a Porta Nova. Saíram mesmo a voar, disparados lá do cimo da Torre da Alfândega, à frente da lança de Dom Paulo, o Cunha...

 

NOTA FINAL

Assim, relembrando a tal campanha publicitária de que vos falei no início, e a propósito deste cartoon, devo apenas dizer mais o seguinte...

A Tradição diz que quando os barcelenses vêm a Guimarães, fazem-no para varrer a praça e os açougues da cidade.

A Tradição diz que não é sensato vir a Guimarães desafiar Dom Fernando e os seus Conquistadores.

A Tradição diz que os galos de Barcelos têm uma enorme crista vermelha na cabeça.

A Tradição diz que as asas dos galos de Barcelos não servem para voar.

Tradição?...

A Tradição já não é o que era !

 

José Rialto

 

 

 


  

 

 

 

 

BIBLIOGRAFIA

Um percurso pelas Muralhas de Guimarães. Miguel Bastos. Novembro, 2013.

 

HIPERLIGAÇÕES

a Lenda do Castelão...

a Tradição da Servidão de Barcelos (Memórias Araduca)

 

 


 

Campanha publicitária whiskies J&B (no YouTube)...

  

 

 



publicado por Miguel Salazar às 12:32
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Sábado, 14 de Abril de 2012
Paulo Cunha, o MVP...

 

 

E o basquetebol do Vitória lá vai lutando contra todas as adversidades, contra tudo e contra todos. Contra equipas mais fortes e mais ricas, e contra as equipas de arbitragem.

Enfim, contra o poder instituído, no basquetebol como no futebol.

Perdeu, é certo, mas sem nunca virar a cara à luta, dignificando o emblema que traz ao peito. Com 13 pontos e 9 ressaltos... Paulo Cunha foi o melhor de todos, ricos e poderosos incluídos...



publicado por Miguel Salazar às 00:00
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Sábado, 8 de Janeiro de 2011
O malabarista e o artista do costume...

 

Paulo Cunha irradiava felicidade, fazendo malabarismos com um emblema do Benfica, mantendo-o a girar continuamente na ponta do seu dedo indicador, como se de uma bola de basquetebol se tratasse. O momento justificava a felicidade, pois o Vitória tinha eliminado o Benfica, da Taça de Portugal, no seu próprio reduto. Este momento de puro deleite, foi então bruscamente interrompido pelo estrondo da porta do pavilhão que se fechava violentamente atrás do vulto que agora corria na sua direcção. Era Emílio Macedo que seguramente fugia de alguém. Esbaforido e apavorado, escondeu-se atrás de Paulo Cunha.

 

Paulo CunhaEntão, Presidente? Parece que viu o diabo.

Emílio Macedo – É pá, são estes gajos. Estão furiosos. Querem, portanto, obrigar-me a falar. A queixar-me das arbitragens, dos presidentes adversários, de tudo e mais alguma coisa – disse o Presidente do Vitória, ainda a tremer.

PC – E não têm razão?

EM – Ter, efectivamente até têm, mas o problema não é esse. O problema é que eu não posso, percebes? Eu tenho portanto um negócio para gerir…

PC – Não percebi!...

Foi nesta altura que Milo se apercebeu que a camisola que o Paulo trazia vestida era do Vitória. Não o reconhecendo como atleta do clube, e pensando tratar-se de mais um sócio em fúria, a sua voz que voltava a ficar trémula já quase nem se ouvia…

EM – Mas, ó senhor associado, eu já disse aos senhores que não posso falar…

PC – Calma, Presidente. Sou eu, o Paulo Cunha. Sou jogador do Vitória de…

Desconfiado, Milo disse…

EM – Jogador? Mas eu conheço todos os jogadores de futebol, e tu não…

PC – Pois, mas eu sou do basquetebol…

EM – Do basquetebol? – perguntou ainda desconfiadoAh pois, já nem me lembrava, mas nós efectivamente também temos uma equipa de basquetebol. Portanto tu então deves ser mais um gajo daquela tropa do Fernando Sá que efectivamente tem a mania de me lixar a vida, sempre a ganhar ao Benfica…

PC – É verdade! Somos um espectáculo, não somos?

EM – Espectáculo? – Milo estava agora visivelmente irritado – Portanto, vocês dão-me é efectivamente cabo do negócio. Eu tenho portanto um negócio para gerir, sabes? E os clientes do meu hotel não és tu, nem o Fernando Sá, e muito menos os sócios do Vitória. Eu já fêz muita coisa na vida, e a vida ensinou-me que para que nós tênhamos sucesso, temos de efectivamente dar-nos bem com toda a gente, e aguentar calados mesmo que sêjamos bojardados, nós ou o Vitória. E depois, portanto, ainda temos os protocóis, e o Vitória é um clube no qual sempre soube respeitar portanto esses protocóis…

PC – Não estou a perceber. Mas então o senhor não se dói pelo Vitória? O seu lema, nas últimas eleições, não era “Sentimos Vitória”?

EM – Claro!... E efectivamente, sentimos mesmo… mas em silêncio. Em pura reflexão. Numa atitude, portanto, muito Chen…

PC – Não é Chen, Presidente. É Zen. Chen é o circo…

EM – Eu dou-te o circo. Não sou eu que efectivamente ando para aqui armado, portanto, em malabarista…

Só nesta altura é que Milo reparou que aquilo que rodava em cima do dedo de Paulo Cunha não era uma bola…

EM – Ouve lá, mas o que é que é isso? perguntou, com a voz novamente trémula.

PC – São despojos de guerra. Conquistei este emblema no pavilhão da Luz, ao eliminar o Benfica da Taça de Portugal – completou, orgulhoso.

EM – O quê??? Outra vez??? É pá, é o que eu digo: vocês passam a vida efectivamente a lixar-me a vida. E agora? O que é que vou dizer ao meu amigo Luís Filipe? Logo agora que estávamos tão bem. Tínhamos ficado portanto tão amigos desde que lhe fiquei com aquele emplastro do Jorge Ribeiro. Até já me deixava tratá-lo por tu…

O lamento de Milo foi nesta altura interrompido pelo toque do seu telemóvel. Era Luís Filipe Vieira, que vociferava irritadíssimo…

Luís Filipe Vieira – Ó Hercílio, vocês andam a brincar comigo? Hum, hum?...

EM – O meu nome é Emílio, senhor Vieira. Mas os amigos tratam-me por Milo…

LFV – Eu quero lá saber disso! O que eu quero saber é que pouca vergonha é esta, Hercílio? Então vocês vêm aqui eliminar-nos da Taça? Hum, hum?  Tu estás a brincar com esta grande instituição nacional que é o Benfica? Hum, hum? É assim que tu respeitas os protocolos? Hum, hum?

EM – Pois foi, senhor Vieira. Lamentavelmente aconteceu, mas eu já estou a tratar de apurar responsabilidades. O pior vão ser os sócios…

LFV – Eu quero lá saber de ti ou dos teus sócios. Eu quero-te é a ti, aqui, amanhã de manhã à porta do meu escritório…

EM – Mas…

LFV – Às nove em ponto, sem falta! Vais ter de me compensar disto dalguma maneira, e eu até já estive a pensar que tenho para aqui o Balboa e o Zoro encalhados, e o Jesus também já me disse que não desgosta do Nilson e do Bruno Teles…

 

José Rialto

 

(cartoon publicado no Depois Falamos)



publicado por Miguel Salazar às 19:00
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Sábado, 7 de Janeiro de 1978
Todas as caricaturas de Paulo Cunha...

Paulo César Costa Cunha é natural de Mafamude (Vila Nova de Gaia), onde nasceu a 1 de Agosto de 1980.

Iniciou a sua carreira nos Salesianos, e fez a maior parte da sua carreira no FCPorto.

Ao serviço dos portistas, venceu 2 campeonatos nacionais, duas taças da Liga e três Super-Taças.

Depois, veio para o Vitória, a convite do seu amigo Fernando Sá.

Paulo Cunha já foi internacional pela principal selecção nacional em múltiplas ocasiões.

Paulo Cunha foi campeão mundial de “street basket”, em Milão, e venceu um título mundial num concurso de afundanços.

Para ver todas as caricaturas deste jogador, seleccione o seu nome no final da linha de "tags" deste artigo...



publicado por Miguel Salazar às 23:20
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