Domingo, 11 de Novembro de 2018
Ilustres Vimaranenses (28) - Zé Perdigão...

20181109 Zé Perdigão

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

José Salgado da Silva Perdigão nasce em Guimarães, a 22 de Janeiro de 1971.

Zé Perdigão, como é conhecido no meio artístico, inicia a formação musical na sua freguesia-natal (Fermentões), no Centro Cultural e Recreativo e no Orfeão Litúrgico Coral.

Na década de 90 vence por várias vezes o Festival “Guimarães a Cantar” e passa a integrar várias bandas Pop/Rock.

Em 2008 é convidado por José Cid para gravar o seu primeiro disco – “Os Fados do Rock” –, que se transforma num enorme sucesso.

É convidado por Francisco Ribeiro (dos Madredeus), para gravar “A Junção do Bem”, com Tanya Tagaq, Filipa Pais e Natália Casanova, acompanhado pela Orquestra Nacional do Porto

Em 2009, Zé Perdigão é convidado para abrir o espectáculo de José Cid no Campo Pequeno (Lisboa).

Em 2010, faz a 1ª parte do espectáculo de Michael Bolton, no Coliseu dos Recreios de Lisboa, entrando depois em digressão nacional, com o concerto “Zé Perdigão & Outros Fados”.

Em 2011, dá início à gravação do disco “Sons Ibéricos”, produzido por José Cid.

Em 2012, faz a estreia deste trabalho discográfico na Capital Europeia da Cultura, Guimarães ‘2012, participa no espectáculo de homenagem a António Variações, entra em digressão nacional com André Varandas, cantando temas de Zeca Afonso e Adriano Correia de Oliveira e, em Outubro, parte para o Chile, a convite do Maestro Júlio Ortiz e da Embaixada de Portugal naquele país da América do Sul. Até ao final deste ano, Zé Perdigão faz uma série de 17 espectáculos (com lotações esgotadas e com um enorme sucesso) no Chile, na Argentina e ainda no Uruguai.

Zé Perdigão tem uma formação musical variada, com influência de músicos portugueses e sul-americanos, como André Varandas, os chilenos Jorge Prado e Jorge Coulon, o uruguaio Andres Stagnaro, e o equatoriano Max Berrú.

Ainda durante o anos de 2013, edita o álbum "Sons Ibéricos" e também a sua versão espanhola ("Sonidos Ibéricos"), com poemas de Pablo Neruda, Federico Garcia Lorca e Gabriela Mistral.

Em 2014, é agraciado com o título de “Cidadão Honorário” da cidade de Buenos Aires (Argentina), distinção atribuída pela primeira vez a um artista português.

Em 2016, e a convite da Embaixada de Portugal em Cabo Verde, Zé Perdigão canta a bordo do Navio-Escola Sagres. O veleiro deixa Portugal em direcção ao Rio de Janeiro, para levar a bandeira portuguesa até aos Jogos Olímpicos, naquela cidade brasileira. Fazendo escala na Cidade da Praia, em Cabo Verde, actua para a Delegação do Comité Olímpico de Portugal.

Desde Abril de 2016, Zé Perdigão passa a residir em Cabo Verde, preparando o seu próximo disco, num registo de Mornas, Coladeiras e Batuko.

Em 2018 dá a conhecer a música "Nha Terra", uma lindíssima morna. Está ainda previsto para 2018, o lançamento do seu novo disco "EnCanto".

 

Fernão Rinada

 



publicado por Miguel Salazar às 15:18
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