Quinta-feira, 24 de Julho de 2014
Ilustres Vimaranenses (21) - Abel Cardozo…

 

 

 

 

 

 

 

"Artista, professor e homem, foi um carácter monolítico a circular por caminhos deste mundo, com o seu gigantismo e seu chapeirão braguês. A altura ocultou-lhe as baixezas da vida e a aba do chapeirão defendeu-lhe os olhos de fáceis deslumbramentos."

Fidelino Figueiredo (1964)

 

Abel de Vasconcelos Cardozo nasceu em Guimarães, a 10 de Fevereiro de 1877.

Notabilizou-se na pintura, sendo autor dos mais belos retratos a óleo das personalidades vimaranenses do seu tempo.

Grande parte deste espólio pode ser visto na Sociedade Martins Sarmento.

Fez o curso de Pintura, Escultura e Arquitectura na Escola de Belas-Artes do Porto, onde foi discípulo de Marques de Oliveira, João Correia, Marques Guimarães e António Sardinha.

Em 1896 foi estudar para Paris, tendo sido admitido, por concurso, na École Nationale de Beaux Arts. Aí se veio a tornar discípulo de Jean-Léon Gérôme, depois de um estágio na Académie Julien, onde teve como Mestres os pintores Benjamin Costant e  Jean-Paul Laurens. Foi colega de outro notável pintor português - António Carneiro.

A falta de meios para se poder manter no meio parisiense levou-o, em 1898, a tentar a sua sorte no Brasil. A sua aventura em terras de Vera Cruz terminou de forma abrupta, no final desse mesmo ano, vítima que foi de uma grave doença. Regressou a Guimarães, onde abriu um curso particular de Desenho e Pintura, e onde continuou a trabalhar como retratista e paisagista.

Em 1904 foi admitido como Professor provisório da Escola Industrial da cidade, onde se viria a efectivar no ano de 1908. Mais tarde, viria a ser seu Director durante 16 anos.

Entre 1900 e 1926 acumulou, por várias vezes, o lugar de Professor da Cadeira de Desenho do Liceu de “Martins Sarmento”, em Guimarães.

Em 1931 transitou, a seu pedido, para a Escola de “Afonso Domingues” (Lisboa), onde se manteve até a sua aposentação, em 1947.

Passou os últimos anos da sua vida na casa que possuía na aldeia de S. Martinho de Gondomar, próxima do Rio Ave.

Abel Cardozo conquistou vários prémios ao longo da sua vida. Recebeu a 1.ª Menção Honrosa na Cadeira de Desenho Histórico da Escola de Belas Artes do Porto, foi o vencedor do Concurso da mesma Escola ao Prémio "Soares dos Reis" (prémio pecuniário de Arquitectura Civil), e foi galardoado com uma Menção Honrosa e uma Medalha de Bronze, pela Sociedade Nacional de Belas Artes, de Lisboa.

Abel Cardozo expôs as suas obras no Átrio da Misericórdia (Porto, 1923), no Salão Bobone (Lisboa, 1924), no Porto (1925), na Sociedade Martins Sarmento (Guimarães, 1926) e na Sociedade Nacional de Belas Artes (Lisboa, 1932).

Tem a sua obra espalhada pelo país, quer em colecções particulares, quer em museus como o Museu Malhoa (Caldas da Raínha), o Museu Municipal da Figueira da Foz, o Museu da Sociedade Martins Sarmento (Guimarães), ou o Museu de Arte Contemporânea (Chiado, Lisboa). Existem ainda obras suas nas principais instituições de solidariedade da cidade de Guimarães (Santa Casa da Misericórdia, Real Irmandade de Nossa Senhora da Consolação e Santos Passos, e Venerável Ordem Terceira de São Francisco).

Foi sócio efectivo da Sociedade Martins Sarmento desde o ano de 1905, e Sócio Honorário a partir de 1957, como reconhecimento pelos valiosos serviços prestados até então, contribuindo para o enriquecimento da Secção de Arte Moderna e Contemporânea, fundada em 1936 no Museu desta instituição cultural.

Abel Cardozo morreu no dia 16 de Maio de 1964, quando estava internado num quarto particular do Hospital da Misericórdia de Guimarães.

O seu corpo encontra-se sepultado no Cemitério da Atouguia

 

Fernão Rinada

 

Fontes de pesquisa:

Biografia de Abel Cardoso (1877-1964)

Abel Cardoso, na Wikipédia



publicado por Miguel Salazar às 21:19
"link" do artigo | o seu comentário | favorito

Domingo, 3 de Novembro de 2013
Ilustres Vimaranenses (20) - José de Meyra…

 

 

 

 

 

 

 

“Era José de Meyra filho de um distinto médico vimaranense, o Dr. Joaquim de Meira. (…)

José revelara desde muito jovem, quando ainda aluno do liceu, marcada tendência para o desenho, chegando mais tarde a colaborar em vários periódicos, como na Nova Silva (1907) e n’ A Farsa (1909-10). Nascido em 1 de Novembro de 1887, faleceu em 30 de Outubro de 1911, apenas com 24 anos. Frequentava então o 3.º ano do curso de Medicina na Universidade de Coimbra, e só durante as férias o víamos por Guimarães. Era um rapaz de baixa estatura e ombros largos, muito aprumado, trajando correctamente, como um verdadeiro dandy, cara impecàvelmente escanhoada, um sorriso irónico a aflorar-lhe sempre aos lábios, feições expressivas e monoclo que atrevidamente assestava, tinha sempre um comentário espirituoso a fazer, uma anedota a contar, uma chalaça a propósito.

Com 18 anos de idade reunia já, num volumoso álbum, uma interessantíssima colecção de caricaturas de que era autor, retratando uma série de pessoas bem conhecidas no meio vimaranense: - artistas, fidalgos, capitalistas, médicos, jornalistas, militares, polícias, professores, clérigos, juristas, mercadores, letrados, estudantes, etc., em suma, aqueles indivíduos, de configuração e aspecto mais ou menos caricaturáveis, com quem diàriamente nos cruzávamos nas ruas da cidade, a passearem despreocupadamente, ou indo à sua vida de trabalho, atendendo fregueses ao balcão das suas casas de comércio, predicando nas igrejas ou ensinando nas aulas do local, cavaqueando à mesa dos cafés ou reunidos nas tertúlias da Tabacaria Havaneza, da Farmácia do Rodrigo Dias, da Relojoaria do Jácome, ou da loja do João Gualdino.

Essa curiosa e alegre colectânea de retratos caricaturais de figuras provincianas fizera sucesso, andava então na boca de toda a gente e todos manifestavam vivo interesse e curiosidade em a ver e apreciar, para estímulo de gargalhadas de bom humor; mas poucos a conheciam, porque o Meyra apenas mostrava o seu Álbum das Glórias aos amigos, ou a pessoas compreensivas e de certa cultura, que não se escandalizassem ao depararem com a imagem da sua vera efígie mais ou menos deformada, còmicamente exagerada nas suas linhas e características fisionómicas pelo lápis irónico e as aguarelas do irreverente caricaturista.

As imagens contidas no famoso álbum eram, na sua maior parte, comentadas e ilustradas com versos a propósito, ali lançados pelo irmão do artista, historiador, escritor e poeta Dr. João de Meira, homem de invulgaríssimo talento. (…)

Falecido o autor da interessante colectânea de desenhos humorísticos representando figuras populares de Guimarães, e morto igualmente o poeta seu colaborador, entrou na posse do curioso Álbum das Glórias o único irmão que restava vivo, o Dr. Gonçalo Meira. Finalmente, pelo falecimento recente deste último, em 13 de Abril de 1967, os seus descendentes tomaram a benemérita resolução de oferecer o valioso álbum de caricatura e poesia à Biblioteca da Sociedade Martins Sarmento, o qual deu entrada na Secção de Reservados nesse mesmo ano.”

 

Mário Cardozo

 

Fontes de pesquisa:

O caricaturista vimaranense José de Meyra (1887-1911)

Na Rua (compilação de caricaturas)



publicado por Miguel Salazar às 20:12
"link" do artigo | o seu comentário | favorito

Sábado, 11 de Agosto de 2012
Ilustres Vimaranenses (14) - José de Guimarães...

 

 

 

 

 

 

José Maria Fernandes Marques nasceu em Guimarães, no dia 25 de Novembro de 1939.

O orgulho de ser vimaranense levou-o a adoptar o nome artístico de "José de Guimarães".

Formou-se em Engenharia, na Academia Militar.

Estudou pintura e desenho com Teresa de Sousa e Gil Teixeira Lopes, e frequentou o curso de gravura da SCGP.

Viajou pela Europa, e em 1967 o Exército colocou-o em Angola.

Durante os 7 anos que viveu em Angola, José de Guimarães estudou etnografia e arte negra.

José de Guimarães sofreu uma grande influência dos discursos e das práticas estéticas dos anos 60, como a Pop Art.

Marcado pela arte vernácula africana, mas potenciando-a numa dimensão simultaneamente erudita e ocidental, o artista adoptou uma subtil aliança entre o humor e o drama da vida humana, desdramatizando progressivamente as suas composições para assumir, nos "motivos-séries" (Reis, Os Amantes, O Pintor e o Modelo, O Circo, Os Desportos ou Paisagens Portuguesas) a matriz cultural da pintura europeia.

Após a sua passagem por Antuérpia (em 1976), a sua obra ganhou visibilidade internacional com a série de trabalhos em que homenageou Rubens (D’Après Rubens).

Em 1978, elaborou o Alfabeto de Símbolos, que estiveram na base de muitos dos seus trabalhos seguintes.

A obra de José de Guimarães inspirou-se na tendência essencialista do espiritualismo oriental, passando a incluir estereótipos formais de outras civilizações, como a Azteca e a Japonesa, cruzando-os sempre com o contexto artístico ocidental, desde a arte primitiva ao modernismo de Pablo Picasso.

Nos anos 90, José de Guimarães viu reconhecido finalmente o seu trabalho entre nós, após as retrospectivas da Casa de Serralves (Porto) e da Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa).

A partir desta altura, recebeu uma série de convites para intervir em espaços públicos, em Portugal e no estrangeiro, que culminou na exposição apresentada em 2004, na Cordoaria Nacional (Lisboa).

A partir de 1960, participou em exposições individuais e colectivas, em Portugal, Espanha, França, Bélgica e Itália.

Foi o autor da escultura "Adamastor" (1999), encomendada para celebrar o Festival dos Oceanos, no Parque das Nações.

Foi distinguido duas vezes com a medalha de bronze do Prémio Europeu de Pintura da cidade de Ostende (1978 e 1980), com o Prémio da Fundação Calouste Gulbenkian (1984) e com o 1º Prémio da 9ª Bienal de Artes Plásticas de Barcelona (1986).

José de Guimarães recebeu a medalha de Mérito Artístico da Cidade de Guimarães (1989) e foi condecorado pelo Presidente da República com a Ordem do Infante D.Henrique (1990).

Em 1994, o canal cultural de televisão ARTE, realizou um documentário da sua obra – “Je vis cette vie magnifique dans mon atelier”.

Realizou a sua primeira exposição individual, em Guimarães, na Galeria do Convívio, em 1964.

Depois de expor em todo o país (Lisboa, Porto, Coimbra, Amadora, Almansil e Açores), José de Guimarães levou o nome da sua cidade até Espanha ( La Rioja, Madrid e Barcelona), França (Paris e Rouen), Itália (Milão e Veneza), Bélgica (Antuérpia, Bruxelas, Ghent e Kruishoutem), Holanda (Amesterdão), Alemanha (Estugarda e Manheim), Suíça (Grenchen, Zurique e Basileia), Áustria (Salzburgo), Suécia (Estocolmo), Brasil (Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e São Paulo), Estados Unidos (Los Angeles e Chicago) e Japão (Tóquio).

As suas obras integram o espólio de todos os principais Museus de Arte Contemporânea em Portugal, e o de inúmeros museus e colecções públicas dos quatro cantos do Mundo, como são os casos de Espanha, França, Alemanha, Bélgica, Holanda, Suíça, Argentina, Brasil, Estados Unidos, Canadá, Angola, Israel, Macau, Coreia do Sul e Japão.

A partir do passado dia 24 de Junho, o seu nome fica fisicamente gravado na cidade, com a inauguração do Centro Internacional das Artes José de Guimarães...

 

Fernão Rinada

 

Fontes de Pesquisa

Biografia no sítio do Instituto Camões Portugal

José de Guimarães, na Infopédia

José de Guimarães, na Wikipédia



publicado por Miguel Salazar às 20:12
"link" do artigo | o seu comentário | favorito

Sábado, 19 de Maio de 2012
Ilustres Vimaranenses (10) - Abel Salazar…

 

 

   

 

“O médico que só sabe de Medicina, nem de Medicina sabe”

Abel Salazar

 

Abel de Lima Salazar nasceu em Guimarães, no dia 19 de Julho de 1889.

O seu pai trabalhava como secretário e bibliotecário na Sociedade Martins Sarmento, era professor de Francês na Escola Industrial Francisco de Holanda e escrevia na "Revista de Guimarães".

Abel Salazar completou a escola primária e fez parte dos estudos liceais no Seminário-Liceu, onde foi colega de Manuel Gonçalves Cerejeira, futuro Cardeal Patriarca.
Com a exclusão do Francês dos curricula escolares, a família teve de se mudar para o Porto.

Abel Salazar foi sempre um contestatário – republicano em tempo de monarquia, e democrata em tempo de ditadura. Inspirado pelo momento político, publicou com outros estudantes, um jornal escolar de pendor republicano ("O Arquivo"), que reflectia, não só os seus interesses pelos ideais revolucionários, mas também as suas aptidões artísticas, uma vez que aí desenhou caricaturas de colegas e professores.
Em 1909, matriculou-se na Escola Médico-Cirúrgica do Porto, provavelmente por influência familiar, pois mais tarde confessaria que o seu desejo era mesmo a Engenharia Civil. Com o facto, perdeu a Engenharia e ganhou a Medicina. Obteve o seu diploma em 1915, com a apresentação da tese "Ensaio de Psicologia Filosófica", com a classificação final de vinte valores.

Com 30 anos, Abel Salazar foi nomeado Professor Catedrático de Histologia e Embriologia na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto. Fundou o Instituto de Histologia e Embriologia desta Universidade. Como investigador, foi autor de vários trabalhos, criando ainda um inovador método de coloração – o método tano-férrico de Salazar.

Em 1935, foi afastado da sua cátedra e do seu laboratório, impedido de frequentar a biblioteca e proibido de ausentar-se do país (por Portaria publicada em Diário da República). A acção pedagógica de Abel Salazar sobre a mocidade universitária, tinha sido considerada uma "influência deletéria". A esse respeito, Abel Salazar escreveu...

Além dos trabalhos científicos fiz na Universidade cursos sobre a Filosofia da Arte, conferências sobre a Filosofia, onde desenvolvi um sistema de Filosofia que acabo de constatar com satisfação ser bastante próximo da Escola de Viena. Foi o desenvolvimento deste sistema filosófico que, tendo desagradado à Ditadura e ao Catolicismo, foram a causa principal da minha revogação. Mas, como a ditadura não se podia basear nesta questão, ela torneou a questão, fazendo através da sua imprensa uma campanha de difamação, etc., após a qual me demitiu sem processo nem julgamento (…). Esclareço que nunca fui político, toda a minha vida me ocupei unicamente da actividade intelectual.”

Este afastamento da Universidade, deu mais tempo a Abel Salazar para que pudesse então iniciar uma produção artística variada, que incluiu gravura, pintura (mural, a óleo de paisagens e retratos), ilustração (da vida da mulher trabalhadora e da mulher parisiense), aguarelas, desenhos, caricaturas, escultura e cobres martelados. Grande parte da sua obra artística encontra-se hoje exposta na sua Casa-Museu, em São Mamede de Infesta.

Abel Salazar morreu em Lisboa, em 1946.

O seu elogio fúnebre foi proferido pelo Dr Eduardo dos Santos Silva

"Inteligência deslumbradora, tudo abrangendo e tudo compreendendo; sempre numa atitude de firme tolerância, que é a única arma capaz de romper os diques que a intolerância opõe à libertação do espírito; alma de generosidade espontânea, dissipando às mãos cheias os primores da Ciência e da Arte para que todos os colham e considerem seu património; Abel Salazar é figura dum transcendente humanismo, ultrapassando o tempo e o meio em que viveu."

Fernão Rinada

 

(caricatura publicada no blogue Humorgrafe)

 

Fontes de pesquisa:

Antigos Estudantes Ilustres da Universidade do Porto

Abel Salazar, na Wikipédia

Biografia de Abel Salazar (sítio da Casa-Museu Abel Salazar)

 



publicado por Miguel Salazar às 20:12
"link" do artigo | o seu comentário | ver comentários (6) | favorito

Sábado, 15 de Maio de 2004
Boina azul...

 

Esta auto-caricatura refere-se ao ano de 1996, e à missão que cumpri em Angola, ao serviço das Nações Unidas.

Tratou-se de uma missão de três meses, como oficial médico da CLog6 (Companhia de Logística nº6), no âmbito da UNAVEM III (United Nations for Angola Verification Mission).

A CLog6 tinha a sua base na cidade do Huambo, com destacamentos em Viana (nos arredores de Luanda) e no Lobito.

 



publicado por Miguel Salazar às 21:21
"link" do artigo | o seu comentário | ver comentários (4) | favorito

Domingo, 30 de Abril de 1995
Cargaleiro à Beira Rio...

Este cartoon do pintor Manuel Cargaleiro foi inspirado na sua obra "Porto à Beira Rio"...

(participei com este cartoon no IX Salão Nacional de Caricatura, em Oeiras)



publicado por Miguel Salazar às 11:11
"link" do artigo | o seu comentário | favorito

Quarta-feira, 16 de Novembro de 1994
Drª Fernanda Maria João...

A Drª Fernanda Maria João tem a especialidade de Pneumologia, e está colocada no Hospital Pedro Hispano (Matosinhos).

Nos seus tempos livres, dedica-se à pintura.

Alguns dos seus trabalhos estiveram expostos na I Sessão Cultural deste hospital...

 

(esta caricatura fez parte desta exposição, realizada a 11 de Novembro)

(esta imagem foi tirada da publicação que foi feita para a ocasião)

 



publicado por Miguel Salazar às 21:14
"link" do artigo | o seu comentário | favorito

Terça-feira, 15 de Novembro de 1994
Dr Pinto Pereira...

Especialista em Pediatria, está colocado no Hospital Pedro Hispano (Matosinhos).

Dedica-se também à pintura, tendo tido várias aguarelas expostas na I Sessão Cultural do hospital...

 

(esta caricatura fez parte desta exposição, realizada a 11 de Novembro)

(esta imagem foi tirada da publicação que foi feita para então)

 



publicado por Miguel Salazar às 21:11
"link" do artigo | o seu comentário | favorito

Domingo, 10 de Janeiro de 1993
Miguel Salazar...

 

 

 

 

 

 

 

 

Esta foi a caricatura que desenhei para o meu Livro de Curso.

O seu significado está obviamente relacionado com a minha origem vimaranense. Numa postura semelhante à de Dom Afonso Henriques, empunhando o pincel e a paleta com as cores da faculdade que me formou (o Instituto de Ciências Biomédicas "Abel Salazar", no Porto). O curso de Medicina está ainda simbolizado pela serpente enrolada no pincel, pela bata e pelos livros que me sustentam...



publicado por Miguel Salazar às 13:35
"link" do artigo | o seu comentário | favorito

Quinta-feira, 3 de Janeiro de 1991
Prémio Francisco Zambujal (2)...

A cerimónia de atribuição dos prémios deste concurso da caricaturas e cartoons, decorreu na sede do jornal A BOLA, no início do mês de Janeiro de 1991.

 

 

Os premiados foram António Nunes (vencedor), António Martins (2º classificado) e Carlos Laranjeira (3º classificado), tendo sido ainda atribuídas três menções honrosas, uma das quais a mim.

 

A revista A BOLA magazine publicou uma separata com os melhores trabalhos postos a concurso. Dos dez trabalhos que apresentei, foram seleccionadas para esta separata, as caricaturas de Pimenta Machado e de Vítor Hugo.

 

 

Os trabalhos estiveram expostos no Palácio Atlântico, em Lisboa.

António Nunes foi caricaturista deste jornal durante os anos seguintes, até ao dia da sua trágica e prematura morte. O seu sucessor foi Ricardo Galvão, que curiosamente também tinha participado neste concurso. Carlos Laranjeira iniciou, nesta altura, a sua colaboração com o jornal Record.

(a caricatura de Vítor Hugo foi publicada no Hóquei-News)



publicado por Miguel Salazar às 15:16
"link" do artigo | o seu comentário | favorito


procurar cartoons
procurar por nome/palavra
 
desenhos mais recentes

Ilustres Vimaranenses (21...

Ilustres Vimaranenses (20...

Ilustres Vimaranenses (14...

Ilustres Vimaranenses (10...

Boina azul...

Cargaleiro à Beira Rio...

Drª Fernanda Maria João.....

Dr Pinto Pereira...

Miguel Salazar...

Prémio Francisco Zambujal...

arquivo de desenhos
tudo sobre
tudo sobre
para explorar o blogue
acerca de nós